Prevenção ao bullying está na LDBEN

21/jul/2018 às 15:54 por Profa. Sônia R.Aranha em: educação

 

A lei federal n.13.663 foi sancionada em Maio de 2018 e altera o Art. 12 da LDBEN, lei federal n.9394/96 e diz:

Art. 1o  O caput do art. 12 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescido dos seguintes incisos IX e X:

“Art. 12.  ………………………………………………………….

……………………………………………………………………….

IX – promover medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência, especialmente a intimidação sistemática (bullying), no âmbito das escolas;

X – estabelecer ações destinadas a promover a cultura de paz nas escolas.” (NR)

De modo que as escolas públicas e privadas deverão promover estratégias pedagógicas de conscientização visando a prevenção e o combate de violência especialmente aquelas que dizem respeito ao bullying.

Se a escola não evitar poderá sofrer consequências porque os pais poderão acionar a Justiça.

Escolas incluam em seus Projetos Pedagógicos programas ou projetos de combate ao bullying ou qualquer outra forma de violência.

Paz e Amor!

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Certificado de Ensino Médio inválido: testemunho

17/jul/2018 às 22:45 por Profa. Sônia R.Aranha em: EAD, ensino médio

Tenho atuado junto a casos de ex-alunos do Ensino Médio que descobrem que foram enganados e que o certificado que eles receberam não foi emitido pela escola supletivo que frequentaram e , em geral, são de escolas do Rio de Janeiro que foram cassadas e não possuíam autorização de funcionamento pela Secretarias de Educação dos demais Estados.

É um momento muito frustante para o aluno que já está na faculdade  ou que pretende prestar um concurso saber que o seu certificado não vale nada e que foi enganado.

Nem todo caso é possível seguir para a Justiça, e quando isso não é possível, o melhor caminho e começar de novo e de um jeito certo , por isso tenho recomendado fazer o CEEJA – supletivo público e flexível , porque em pouco tempo resolve-se o problema. Outra possibilidade é fazer o ENCEEJA – Exame Nacional de Certificado de Educação de Jovens e Adultos, já que o ENEM não mais certifica.

Enfim, segue um testemunho de uma leitora deste blog e que conseguiu obter um certificado válido para não ter mais dores de cabeça:

      “Há um tempo atrás deixei aqui minha dúvida em relação ao meu caso e, como muitos, eu conclui o Ensino Médio a distancia. Me matriculei em uma escola do mesmo Estado, mas quando meu certificado chegou percebi que era do Rio de Janeiro, eu moro em São Paulo.
        Entrei na faculdade e não tive nenhum problema com o certificado, porém sempre fiquei com essa dúvida se meu certificado era verdadeiro ou não. Encontrei esse site e segui exatamente o que foi sugerido.
       Consegui concluir o Ensino Médio, parcialmente pelo Enem e o restante pelo CEEJA e hoje estou me matriculando novamente na faculdade, agora com a tranquilidade de saber que não terei problemas futuros.Perdi um tempo, pois tranquei minha matricula e resolvi começar novamente mas não me arrependo.
        Só tenho a agradecer a toda equipe.  (Angélica)”
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Desconsiderem um post sobre dinheiro

16/jul/2018 às 15:09 por Profa. Sônia R.Aranha em: educação, Sem categoria

Olá meus leitores,

Desconsiderem um post sobre dinheiro (15/07/2018) que receberam por intermédio de e-mail via  feedbunner porque foi um teste de manutenção do blog que o pessoal de TI acabou esquecendo de deletar.

Obviamente dinheiro não é a minha área, tampouco, as finanças.. de modo que peço desculpas por este transtorno.

Abraços

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Escola é condenada a pagar indenização por criticar aluno no Facebook

Por Jornal Jud

Um colégio particular terá de indenizar um estudante de Uberaba em R$ 12 mil por danos morais, porque postou comentários desabonadores no perfil do aluno no Facebook, em resposta a uma crítica à escola. A decisão é da 9ª câmara Cível do TJ/MG e reforma a sentença da Comarca de Uberaba.
Segundo o processo, em novembro de 2012 o aluno publicou um comentário em que se queixava da “bagunça” na escola. O colégio respondeu afirmando que o aluno tinha “grandes chances de reprovação” e, diante desse fato, preferia “se omitir das suas responsabilidades e procurar responsáveis pelo seu despreparo e desinteresse”. A instituição de ensino afirmou acreditar que, ao fazer isso, apenas exercia seu direito de resposta.

Em consequência, o aluno alegou que passou a receber deboches, comentários desabonadores e de baixo calão de seus colegas, e sua repreensão pela escola repercutiu nos meios de comunicação, tendo inclusive sido noticiada pelo site UOL Educação.

Como o pedido de indenização foi negado em 1ª instância, o estudante recorreu ao TJ, alegando que a atitude da escola feriu sua honra, imagem e sigilo escolar, além de ter incentivado a prática de bullying. Acrescentou que, na época, passava por problemas pessoais e de saúde, quadro que se agravou com a repercussão da polêmica.

O relator do recurso, desembargador José Arthur Filho, afirmou em seu voto que a liberdade de expressão não é um direito absoluto, visto que deve ser exercido em conformidade com outro princípio fundamental, segundo o qual “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas”.

Para o magistrado, o colégio reagiu de forma excessiva e desproporcional ao comentário do aluno, no qual ele nem sequer mencionava o nome da instituição. O abalo emocional sofrido pelo jovem ficou comprovado pelo parecer da psicóloga judicial.

O relator lembrou ainda que, “muito mais que um estabelecimento de ensino, a escola tem por missão o atendimento de cada aluno em sua individualidade, alicerçando as bases para seu desenvolvimento cognitivo, afetivo, físico e social, com o objetivo de formar os futuros cidadãos que atuarão em sociedade”.

Dessa forma, julgou procedente o pedido de indenização por danos morais, sendo seguido em seu voto pelos desembargadores Pedro Bernardes e Luiz Artur Hilário.

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Regimento Escolar: obrigatório o acesso via site escolar

08/jul/2018 às 19:59 por Profa. Sônia R.Aranha em: Direito do Aluno

 

Agora não tem conversa.

O Regimento Escolar no Estado de São Paulo  tem que ser disponibilizado no site da escola ou oferecer  uma cópia a  TODOS os pais.

O Conselho Estadual de Educação do Estado de São Paulo, publicou Deliberação CEE-SP n.161/2018 (aqui) modificando a Deliberação CEE-SP n.155/2017 da seguinte forma:

Artigo 6º da Del. CEE 155/2017 com a seguinte redação:

Parágrafo único. O Regimento Escolar ficará disponibilizado no site da escola, ou, não dispondo a unidade escolar desse recurso, ela deverá fornecer cópia do Regimento a todos os alunos/responsáveis que o requererem.

De modo que todas as escolas, estaduais e particulares, do Estado de São Paulo deverão disponibilizar o Regimento Escolar no site da escola.

Não tem mais a desculpa de impedir o pai de pegar , fotografar ou mesmo  ler o Regimento.

O Regimento Escolar é documento público e faz parte do Contrato de Prestação de Serviço. Portanto, o pai tem direito de ter uma cópia ou tem direito de acessá-lo no site da escola.

A versão do Regimento Escolar oferecida ao pai deve ser aquela última homologada pela Diretoria de Ensino.

Pais, cobrem das escolas, é um direito seu ter conhecimento do Regimento Escolar, antes de assinar Contrato de Prestação de Serviço.

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Deliberação CEE n.161/2018 altera a Deliberação n.155/2017

08/jul/2018 às 15:41 por Profa. Sônia R.Aranha em: Sem categoria

DELIBERAÇÃO CEE Nº 161/2018

Altera e acrescenta dispositivos à Deliberação CEE 155/2017

O Conselho Estadual de Educação, nos termos do Parágrafo único do Art. 12 da Lei Estadual nº 10.403, de 06 de julho de 1971, do Art. 19 de seu Regimento, aprovado pelo Decreto Estadual nº 52.811, de 06 de outubro de 1971, e com fundamento na Indicação CEE nº 167/2018, aprovada na sessão plenária ordinária de 13/06/ 2018,

DELIBERA

Art. 1º Acrescenta-se o Parágrafo único ao Artigo 6º da Del. CEE 155/2017 com a seguinte redação:

Parágrafo único. O Regimento Escolar ficará disponibilizado no site da escola, ou, não dispondo a unidade escolar desse recurso, ela deverá fornecer cópia do Regimento a todos os alunos/responsáveis que o requererem.

Art. 2º O parágrafo 5º do Artigo 21 da Del. CEE 155/2017 passa a vigorar com a seguinte redação:

§ 5º. O prazo a que se refere o § 3º ficará suspenso no período de férias e de recessos escolares.

Art. 3º O parágrafo 5º do Artigo 22 da Del. CEE 155/2017 passa a vigorar com a seguinte redação:

§ 5º. O prazo a que se refere o § 3º ficará suspenso nos períodos de férias e de recesso escolares.

Art. 4º Revoga-se o § 7º do Artigo 23 da Del. CEE 155/2017.

Art. 5º. Esta Deliberação entra em vigor na data da publicação de sua homologação, revogadas as disposições em contrário.
DELIBERAÇÃO PLENÁRIA

O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO aprova, por unanimidade, a presente
Deliberação.
Sala “Carlos Pasquale”, em 13 de junho de 2018.
Consª. Bernardete Angelina Gatti Presidente
Deliberação CEE Nº 161/18 – Publicado no DOE em 14/06/2018 – Seção I -

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CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

PROCESSO CEE 673/1988 – Reautuado em 03/03/2017
INTERESSADO Conselho Estadual de Educação
ASSUNTO Dá nova redação, revoga e renumera parágrafos da Deliberação CEE Nº 155/2017
RELATOR Cons. Francisco Antônio Poli
INDICAÇÃO CEE Nº 167/2018 CEB Aprovada em 13/06/2018

1. RELATÓRIO

Embora, durante toda a longa discussão sobre a Indicação CEE Nº 161/17 e a Deliberação CEE Nº 155/17, tenha ficado clara a importância da transparência da comunicação na escola, e dela com as famílias, os textos citados não preveem expressamente a obrigatoriedade de a escola fornecer cópia do Regimento Escolar aos alunos/responsáveis. Devido a essa “omissão”, já se tem notícia de escolas que se negam a fazê-lo. Nesse sentido, propõe-se a inclusão de um Parágrafo único no Artigo 6º, obrigando as escolas a disponibilizarem cópia do Regimento Escolar no seu site, ou, não dispondo a unidade escolar desse recurso, ela deverá fornecer cópia do Regimento a todos os alunos/responsáveis que o requererem.

A Deliberação CEE Nº 127/2014  já continha a previsão da suspensão dos prazos procedimentais durante os períodos de recesso escolar e férias dos docentes. Na elaboração da Deliberação CEE Nº 155/17, julgou-se conveniente e oportuno excluir os recessos dessa previsão, uma vez que, durante o recesso, os professores podem ser convocados pela escola para se manifestarem sobre os recursos contra a avaliação final. Naquele momento da discussão, deu-se bastante ênfase às escolas públicas da rede
estadual, onde o recesso é determinado por decreto, e a possibilidade de convocação dos docentes – com a consequente suspensão do recesso – é um fato concreto. Já com relação às escolas particulares, a situação é muito diferente. A maioria dos recursos contra resultados de avaliações finais envolve escolas particulares, e as Convenções Coletivas de Trabalho envolvendo professores e mantenedoras – que têm força de lei – proíbem a convocação dos professores nos períodos de férias e também de recesso escolar.

Essas Convenções Coletivas adquiriram maior força com a recente reforma trabalhista. Nesse caso, as escolas particulares – que são obrigadas a seguir as convenções coletivas – ficam prejudicadas, sendo acusadas indevidamente de “descumprimento de prazo” porque a Deliberação CEE N° 155/2017 só autoriza a suspensão dos prazos nos períodos de “férias escolares”. A Constituição Federal determina que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei” (Art. 5º, II). Em contrapartida, ninguém será obrigado a descumprir a lei! Repita-se, a Convenção Coletiva tem força de lei!

Não bastasse a questão legal – e ela basta – há que se cuidar do bom-senso, da razoabilidade. Se a questão é a celeridade processual, pode-se resolvê-la de forma mais razoável e equilibrada, como, por exemplo, suprimindo – se o § 7º do Artigo 23, da referida Deliberação, que, na prática, criou uma
sobreposição e uma dupla incidência de prazos, alongando o processo em até 15 dias. Em resumo, todos os problemas decorrentes dos recursos contra avaliação final podem ser resolvidos sem prejuízo das férias
e dos recessos escolares. O que significa dizer, em outras palavras, sem conflitos legais e administrativos.

É certo que o direito precisa de previsibilidade e estabilidade; mas é certo, também, que as normas legais não são dogmas, devendo ser alteradas sempre que essas alterações se provarem necessárias e justificadas. “Nada é permanente, exceto a mudança”. É no dia a dia que se avalia corretamente a eficácia de uma determinada norma.

Outrossim, e tendo em vista consultas recebidas neste Colegiado, no que diz respeito à contagem dos prazos fixados na Deliberação CEE N.º 155/2017, deve-se utilizar a Lei N.º 10.177/1998 que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública do Estado de São Paulo e que determina serem os prazos previstos nela contados de maneira contínua.

2. CONCLUSÃO
São essas as razões que nos levam a submeter o anexo Projeto de Deliberação à apreciação do Conselho Pleno.
São Paulo, 09 de abril de 2018.

a) Cons. Francisco Antônio Poli Relator

3. DECISÃO DA CÂMARA
A Câmara de Educação Básica adota como sua Indicação, o Voto do Relator.
Presentes os Conselheiros: Cleide Bauab Eid Bochixio, Débora Gonzalez Costa Blanco, Francisco Antônio Poli, Francisco José Carbonari, Laura Laganá, Luís Carlos de Menezes e Nilton José Hirota da Silva

Sala da Câmara de Educação Básica, em 06 de junho de 2018.
a) Cons.ª Laura Laganá Vice-Presidente no exercício da Presidência

DELIBERAÇÃO PLENÁRIA
O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO aprova, por unanimidade, a presente
Indicação.
Sala “Carlos Pasquale”, em 13 de junho de 2018.
Consª. Bernardete Angelina Gatti
Presidente
Indicação CEE Nº 167/18 – Publicado no DOE em 14/06/2018 – Seção I – Página 24
Res SEE de 20/06/2018, Publicado no DOE em 21/06/2018 – Seção I – Página 31
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Medicar a criança na escola pode?

27/jun/2018 às 19:58 por Profa. Sônia R.Aranha em: educação

 

Medicar a criança na escola pode ser feita por professores ou pedagogos?

Este é um assunto bem complicado porque muitas escolas se recusam a ministrar medicação em seus alunos.

Escolas maiores oferecem serviço de ambulatório e nele há uma enfermeira que tem competência para ministrar os medicamentos.

As escolas menores não possuem este serviço e ficam de mãos atadas.

Recomendo a leitura de documento elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria AQUI

Por outro lado a Urgência Médico-Escolares dizem que:

Remédios controlados (de tarja preta na embalagem) como anticonvulsivantes, antidepressivos e outros, não devem ser administrados na escola, assim como medicações injetáveis e de uso em nebulização. O uso de medicamentos spray por via oral de inalação (“bombinhas)” só deve ser realizado com a apresentação da prescrição médica e por adulto capacitado para fazer a aplicação corretamente.”

Leia  AQUI

Há também o interesse da classe profissional do enfermeiro (cuja uma das atribuições é ministrar medicamento receitado pelo médico) pela reserva de mercado, afinal se professor ou pedagogo puder ministrar remédio… como fica?

O assunto é muito polêmico e não há uma lei que bata o martelo sobre ele.

O que dá para fazer é a escola entrar em contato com o médico e solicitar que a medicação seja feita de tal forma que não seja preciso ser ministrada em horário escolar, mas na impossibilidade obter do médico uma orientação clara e por escrito: horário da medicação e dose correta. Além disso, deve também solicitar dos pais e por escrito, autorização para ministrar a medicação, desde que seja uma medicação simples e de fácil posologia.

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Nossos alunos estão se suicidando: o que vamos fazer?

26/jun/2018 às 3:35 por Profa. Sônia R.Aranha em: EAD

 Segundo estudos do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz entre os anos de 2000 a 2015 os sucídios de alunos de 10 a 14 anos aumentaram 65% e entre os alunos com 15 a 19 anos subiu 45%.
No mundo o suicídio é a segunda maior causa de morte. Neste ano de 2018 este assunto nunca objeto de estudos de pedagogos, professores ou escolas, tomou conta das salas de professores em função da morte de três alunos de escolas privadas famosas da capital paulista. Foram dois suicídios em mesmo colégio em um prazo de quinze dias. E distante de outro por meses. De modo que todos nós estamos a nos perguntar: o que podemos fazer diante deste problema?
A conclusão que a reportagem de Eliana Burm fez no periódico El Pais de 19 de junho de 2018: “se podemos fazer algo com a tragédia que é termos criado um mundo onde um número maior de adolescentes não se tornará adulto, é reaprendermos a viver em comunidade, redescobrirmos como tecer redes de cuidado mútuo. Isso não tira a responsabilidade individual. Ao contrário, a aumenta. Mas coloca a responsabilidade individual onde ela deve estar: fazendo “laço” com os outros. Fazendo junto.”
Diante disso, precisamos falar em suicídio, razão pela qual estou ministrando um curso que inicia em 2/07 para que professores, diretores e pais possam entender questões que envolvem o suicídio e também provocar a escola a pensar se o caminho que adotou, o do mercado, é o melhor caminho para que a sua missão e função social atinja seus objetivos.
O programa do curso:

Não deixe de reservar  um tempo para estudar este assunto que é muito espinhoso e triste, porém absolutamente necessário nos dias atuais. Entre em contato, vamos estudar juntos: centrodestudos@centrodestudos.com.br

 

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Evitar reprovação escolar = prevenção

07/jun/2018 às 18:19 por Profa. Sônia R.Aranha em: educação

Em tempos de crise financeira na qual o Brasil está mergulhado, crise real e não aquela inventada pelos meios de comunicação  em 2015/2016, ao contrário, crise real iniciada em 2017 e  sendo aprofundada em 2018 (ao  gerar alta do dólar, bolsa de valores despencando, mercado interno estagnado, desemprego subindo a cada dia e salários em demanda declinante em função da destruição da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho)  é preciso encontrar caminhos para se proteger, assim como faz o morador que protege a sua casa na passagem de um furacão.

Diante deste quadro manter o pagamento de anuidade escolar em dia é uma tarefa  que muitos não conseguirão cumprir e dar continuidade no próximo ano letivo. Se isso é um fato, imagina enfrentar uma reprovação escolar em 2018 que além de provocar um prejuízo acadêmico, em tempos de crise financeira, joga no lixo uma anuidade de valor  mínimo de R$ 19.500,00 .

De modo que prevenir uma reprovação em todo tempo é importante, mas em tempo de crise financeira é imperativo.

Pois bem, já chegamos no final do 1° semestre e se o seu filho ou sua filha está com nota muito abaixo da média em pelo menos três disciplinas , já pode ficar alerta, porque a probabilidade de reprovação será alta.  E o que fazer?

Se você é pai ou responsável legal  de aluno do Estado de São Paulo:

O ato normativo do Conselho Estadual de Educação de n. 155/2017 (ver aqui)  concede o direito de solicitar para a escola NO MEIO DO ANO  (ou a qualquer tempo) um Pedido de Reconsideração, isto é, a cada avaliação. Então, você não precisa aguardar uma REPROVAÇÃO para solicitar uma Reconsideração. Não é bom isso? Então, USE!!

Vejamos do que se trata:

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DO PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO CONTRA AVALIAÇÃO DURANTE O PERÍODO LETIVO

                  PARA CADA AVALIAÇÃO DURANTE O ANO LETIVO

Art. 21 Após cada avaliação, o aluno, ou seu representante legal, que dela discordar, poderá apresentar pedido de reconsideração junto à direção da escola, nos termos desta Deliberação.

§ 1º O pedido deverá ser protocolado na escola em até 05 dias da divulgação dos resultados.

§ 2º A direção da escola, para decidir, deverá ouvir o Conselho de Classe/Ano/Série ou órgão colegiado que tenha regimentalmente essa atribuição, atendidas as seguintes condições:

I – o Conselho de Classe ou o órgão colegiado será constituído por professores do aluno e integrantes da equipe pedagógica;

II – a decisão do Conselho deverá ser registrada em Ata.

§ 3º A decisão da direção será comunicada ao interessado no prazo de 10 dias.

§ 4º A não manifestação da direção no prazo previsto no parágrafo anterior, implicará o deferimento do pedido.

§ 5º O prazo a que se refere o § 3º ficará suspenso no período de férias.

§ 6º Da decisão da direção da escola não caberá recurso

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Então, ATENÇÃO:

Escola bimestral – teve ciência das notas das avaliações do final do 2° bimestre, o responsável legal poderá protocolar  Pedido de Reconsideração, questionando e pedindo esclarecimento do processo de aprendizagem e de ensino que está incidindo em notas abaixo da média.

Escola trimestral – teve ciência das notas de avaliação do final do 2° trimestre (que ocorrerá no final de agosto) o responsável legal poderá protocolar  Pedido de Reconsideração, questionando e pedindo esclarecimento do processo de aprendizagem e de ensino que está incidindo em notas abaixo da média.

Não deixe para elaborar o documento de Pedido de Reconsideração apenas no final do ano. Inicie o processo de recurso AGORA!!

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Se você é pai ou responsável legal  de aluno de outro Estado:

Mesmo que no seu Estado não haja ato normativo que permite protocolar Pedido de Reconsideração no meio do ano, não espere o final do ano para questionar a escola sobre uma reprovação.  Inicie o processo baseando-se na lei federal n.8069/90, artigo 53, inciso III que determina que crianças e adolescentes podem contestar critérios avaliativos em instâncias escolares superiores.

De modo que é preciso agir antes  que o ano letivo seja finalizado para tentar reverter uma reprovação escolar.

ok?  Abraços

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Caso precise, elaboro a defesa do aluno junto a escola. Entre em contato: saranha@mpcnet.com.br.

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Bullying mata aluno de 13 anos em Ipatinga-MG

26/mai/2018 às 4:53 por Profa. Sônia R.Aranha em: educação

Estudante de 13 anos comete suicídio em escola de Ipatinga; motivo seria bullying

Fonte: BHAZ

Um estudante de 13 anos faleceu na tarde na quinta-feira (24/05/2018), após pular do terceiro andar do prédio da escola Educação Criativa, em Ipatinga, no Leste de Minas Gerais. Alunos da escola contara que o jovem sofria bullying na instituição e estaria muito isolado dos demais. A escola emitiu uma nota de pesar e disse que está prestando todo apoio à família da vítima.

Na tarde da quinta-feira (24/05/2018), o aluno estava em uma aula de matemática junto com os demais estudantes. Em determinado momento, a professora retirou o aluno de sala por mau comportamento. Ao sair, o estudante pulou de um muro e teve uma queda aproximada de 12 metros. Uma auxiliar de limpeza tentou impedir, mas não conseguiu.

“Foi muito horrível, todos começaram a chorar. Todos nos sentimos muitos culpados porque ele não tinha muitos amigos e era bem isolado. A gente acha que a maior causa foi por causa disso [o que ele passava na escola]. A professora de matemática está se sentindo muito culpada também, já que o mandou para fora de sala. Foi triste demais”, diz um aluno da instituição.

De acordo com estudantes da escola, o jovem sofria de depressão e já havia falado sobre isso em sala de aula. Outro aluno disse que a vítima discutia durante a aula com outros estudantes, por isso foi expulso de sala.

Curso online: A Lei de Combate ao Bullying e Implicações para a Escola

O SAMU chegou ao local e socorreu o estudante ainda com vida. Porém, os paramédicos decretaram o óbito na própria escola devido aos ferimentos gravíssimos.

A escola Educação Criativa emitiu uma nota de pesar. O Bhaz tentou contato com a instituição, porém não atenderam as ligações. A informação é que a escola está fechada por motivo de luto. O corpo do jovem foi velado na Igreja Assembleia de Deus, no bairro Bethânia, e o enterro acontecerá no Cemitério da Paz, no bairro Veneza.

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Nossos alunos estão se suicidando!

 Suicídio de estudantes causa comoção nas redes sociais e nas escolas   
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