Arquivo de atividade educativa

Crianças em casa e biscoitos natalinos

16/dez/2013 às 21:23 por Profa. Sônia R.Aranha em: atividade educativa, educação

Iniciamos o período de férias e estamos na época das festas de final de ano e uma boa atividade para fazer com as crianças são os biscoitos confeitados natalinos com formatos de árvore de natal, de papai noel, de estrelas , enfim, há uma variedade de possibilidades.

As crianças adoram esta atividade que é lúdica , mas ao mesmo tempo ensina uma série de conceitos :

matemáticos :  medidas e proporções;

químicos: mistura de substâncias, resultado da mistura, resultado após sob calor;

biológicos:  origem biológica de cada ingrediente tais como a manteiga, farinha de trigo, ovos, fermento, açúcar, creme de leite, amido , nutrientes de cada ingrediente;

artísticos:  confeitaria

e muitos outros

A alegria fica por conta da criatividade de confeitar os ingredientes e depois obviamente comê-los.

Também é possível combinar com as crianças de fazer os biscoitos para oferecer de presente para as vovós e vovôs, tios ou primos.

É um modo bem bacana também de ensinar o valor do artesanato feito pelas próprias mãos e de minimizar o consumo de bens industrializados.

Vale a pena , portanto, contar com um dia na cozinha nesta semana que antecede o natal.

Abaixo um vídeo que ensina a fazer os biscoitos e a confeita-los de modo bem singelo, mas bem prático para as crianças.

Fica a dica!

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A partir do dia 08/04 até o dia 26/06 estarei ministrando curso de formação para professores na EMEF Oziel Alves Pereira de Campinas.

O curso Projetos Interdisciplinares na Escola será realizado na modalidade semi-presencial, com uma carga horária de 60 horas, distribuídas em 6 (seis) encontros presenciais e 19 aulas a distância utilizando o ambiente virtual de aprendizagem do CentrodEstudos www.centrodestudos.com.br .

Estarão envolvidos no curso 20 professores de 6° ao 9° ano do ensino fundamental , mais a Orientadora Educacional e a Coordenadora Pedagógica.

O curso objetiva compreender o modo mais adequado para elaborar um Projeto Interdisciplinar e, sobretudo, reconhecer quais são os desafios que nos deparamos ao optarmos por essa proposta política/pedagógica mais adequada para o momento histórico que estamos a viver.

O curso Projetos Interdisciplinares na escola é dividido nos seguintes módulos de estudo:

Módulo I : O novo modo de produção capitalista
Módulo II: Descartes e Isaac Newton x Teoria do Caos
Módulo III: Conceitos de Multiplicidade e Hipertexto
Módulo IV: Pensamento e Linguagem
Módulo V: Contextualização e Interdisciplinariedade
Módulo VI : Orientação para Elaboração do Projeto Interdisciplinar.

rizoma

Seria uma contradição discutir interdisciplinaridade se o curso não buscasse, também ele ser interdisciplinar. Por isso, será percorrido o caminho da física, da matemática, da gestão organizativa, da economia, da psicologia da aprendizagem e do desenvolvimento, da pedagogia, da legislação do ensino, da Internet, do cinema e da literatura.

Por intermédio da leitura dos diversos tipos de textos oriundos das diferentes áreas do conhecimento, vamos tentar compreender que estamos inseridos no epicentro de uma gigantesca mudança social, a qual deixa de lado, a cada dia que passa, a visão de mundo mecanicista da ciência cartesiana-newtoniana, em busca de novos paradigmas mais apropriados ao mundo globalmente interligado, no qual fenômenos biológicos, psicológicos, sociais e ambientais são todos interdependentes.

Essa nova percepção sobre o mundo é que possibilitará uma prática pedagógica apoiada em Projetos Interdisciplinares, cujos inúmeros desafios vamos tentar descobrir.

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Muito além do Peso

22/jan/2013 às 2:02 por Profa. Sônia R.Aranha em: atividade educativa, educação

Um filme que precisa ser visto por todos os pais e educadores.

Muito além do Peso

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Bala: de onde vem? Para onde vai?

23/nov/2012 às 3:29 por Profa. Sônia R.Aranha em: atividade educativa, educação

Muito bacana este vídeo de animação sobre a trajetória de uma bala.
Vale a pena conferir com os pequenos!

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Estudo da Ética em nossas escolas

21/nov/2012 às 4:40 por Profa. Sônia R.Aranha em: atividade educativa, educação

Parece-me que é necessário retomar com as crianças e jovens atividades educativas que possam ressaltar o bem querer e a vontade de fazer o bem, em função da atual sociedade  centrada no individualismo e no consumismo exacerbado.

Deve-se aproveitar os Parâmetros Curriculares Nacionais  que indicam o estudo da ética por intermédio de temas transversais.

Leiamos os parâmetros para saber do que se trata:

Parâmetros Curriculares Nacionais: apresentação dos temas transversais e Ética . Brasília, 1997 – pg. 69-73
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental.

“O ser humano vive em sociedade, convive com outros seres humanos e, portanto, cabe-lhe pensar e responder à seguinte pergunta: “Como devo agir perante os outros?”. Trata-se de uma pergunta fácil de ser formulada, mas difícil de ser respondida. Ora, esta é a questão central da Moral e da Ética. Moral e ética, às vezes, são palavras empregadas como sinônimos: conjunto de princípios ou padrões de conduta. Ética pode também significar Filosofia da Moral, portanto, um pensamento reflexivo sobre os valores e as normas que regem as condutas humanas. Em outro sentido, ética pode referir-se a um conjunto de princípios e normas que um grupo estabelece para seu exercício profissional (por exemplo, os códigos de ética dos médicos, dos advogados, dos psicólogos, etc.). Em outro sentido, ainda, pode referir-se a uma distinção entre princípios que dão rumo ao pensar sem, de antemão, prescrever formas precisas de conduta (ética) e regras precisas se fechadas (moral). Finalmente, deve-se chamar a atenção para o fato de a palavra “moral” ter, para muitos, adquirido sentido pejorativo, associado a “moralismo”. Assim, muitos preferem associar à palavra ética os valores e regras que prezam, querendo assim marcar diferenças com os “moralistas”.

Como o objetivo deste trabalho é o de propor atividades que levem o aluno a pensar sobre sua conduta e a dos outros a partir de princípios, e não de receitas prontas, batizou-se o tema de Ética, embora freqüentemente se assuma, aqui, asinonímia entre as palavras ética e moral e se empregue a expressão clássica na área de educação de “educação moral”. Parte-se do pressuposto de que é preciso possuir critérios, valores, e, mais ainda, estabelecer relações e hierarquias entre esses valores para nortear as ações em sociedade. Situações dilemáticas da vida colocam claramente essa necessidade. Por exemplo, é ou não ético roubar um remédio, cujo preço é inacessível, para salvar alguém que, sem ele, morreria? Colocado de outra forma: deve-se privilegiar o valor “vida” (salvar alguém da morte) ou o valor “propriedade privada” (no sentido de não roubar)?

Seria um erro pensar que, desde sempre, os seres humanos têm as mesmas respostas para questões desse tipo. Com o passar do tempo, as sociedades mudam e também mudam os seres humanos que as compõem. Na Grécia antiga, por exemplo, a existência de escravos era perfeitamente legítima: as pessoas não eram consideradas iguais entre si, e o fato de umas não terem liberdade era considerado normal. Outro exemplo: até pouco tempo atrás, as mulheres eram consideradas seres inferiores aos seres humanos, e, portanto, não merecedoras de direitos iguais (deviam obedecer a seus maridos). Outro exemplo ainda: na Idade Média, a tortura era considerada prática legítima, seja para a extorsão de confissões, seja como castigo. Hoje, tal prática indigna a maioria das pessoas e é considerada imoral. Portanto, a moralidade humana deve ser enfocada no contexto histórico e social. Por conseqüência, um currículo escolar sobre a ética pede uma reflexão sobre a sociedade contemporânea na qual está inserida a escola; no caso, o Brasil do século XX.

Tal reflexão poderia ser feita de maneira antropológica e sociológica: conhecer a diversidade de valores presentes na sociedade brasileira. No entanto, por se tratar de uma referência curricular nacional que objetiva o exercício da cidadania, é imperativa a remissão à referência nacional brasileira: a Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988. Nela, encontram-se elementos que identificam questões morais. Por exemplo, o art. 1° traz, entre outros, como fundamentos da República Federativa do Brasil a dignidade da pessoa humana e o pluralismo político. A idéia segundo a qual todo ser humano, sem distinção, merece tratamento digno corresponde a um valor moral.

Segundo esse valor, a pergunta de como agir perante os outros recebe uma resposta precisa: agir sempre de modo a respeitar a dignidade, sem humilhações ou discriminações em relação a sexo ou etnia. O pluralismo político, embora refira-se a um nível específico (a política), também pressupõe um valor moral: os seres humanos têm direito de ter suas opiniões, de expressá-las, de organizar-se em torno delas. Não se deve, portanto, obrigá-los a silenciar ou a esconder seus pontos de vista; vale dizer, são livres. E, naturalmente, esses dois fundamentos (e os outros) devem ser pensados em conjunto. No art. 5°, vê-se que é um princípio constitucional o repúdio ao racismo, repúdio esse coerente com o valor dignidade humana, que limita ações e discursos, que limita a liberdade às suas expressões e, justamente, garante a referida dignidade.

Devem ser abordados outros trechos da Constituição que remetem a questões morais. No art. 3°, lê-se que constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil (entre outros): I) construir uma sociedade livre, justa e solidária; III) erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; IV) promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Não é difícil identificar valores morais em tais objetivos, que falam em justiça, igualdade, solidariedade, e sua coerência com os outros fundamentos apontados. No título 11, art. 5°, mais itens esclarecem as bases morais escolhidas pela sociedade brasileira: I) seres humanos e mulheres são iguais em direitos e obrigações; (…) III) ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante; (…) VI) é inviolável a liberdade de consciência e de crença (…); X) são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas (…).

Tais valores representam ótima base para a escolha de conteúdos do tema Ética. Porém, aqui, três pontos devem ser devidamente enfatizados. O primeiro refere-se ao que se poderia chamar de “núcleo” moral de uma sociedade, ou seja, valores eleitos como necessários ao convívio entre os membros dessa sociedade. A partir deles, nega-se qualquer perspectiva de “relativismo moral”, entendido como “cada um é livre para eleger todos os valores que quer”. Por exemplo, na sociedade brasileira não é permitido agir de forma preconceituosa, presumindo a inferioridade de alguns (em razão de etnia, raça, sexo ou cor), sustentar e promover a desigualdade, humilhar, etc. Trata-se de um consenso mínimo, de um conjunto central de valores, indispensável à sociedade democrática: sem esse conjunto central, cai-se na anomia, entendida seja como ausência de regras, seja como total relativização delas (cada um tem as suas, e faz o que bem entender); ou seja, sem ele, destrói-se a democracia, ou, no caso do Brasil, impede-se a construção e o fortalecimento do país.

O segundo ponto diz respeito justamente ao caráter democrático da sociedade brasileira. A democracia é um regime político e também um modo de sociabilidade que permite a expressão das diferenças, a expressão de conflitos, em uma palavra, a pluralidade. Portanto, para além do que se chama de conjunto central de valores, deve valer a liberdade, a tolerância, a sabedoria de conviver com o diferente, com a diversidade (seja do ponto de vista de valores, como de costumes, crenças religiosas, expressões artísticas, etc.). Tal valorização da liberdade não está em contradição com a presença de um conjunto central de valores. Pelo contrário, o conjunto garante, justamente, a possibilidade da liberdade humana, coloca-lhe fronteiras precisas para que todos possam usufruir dela, para que todos possam preservá-la.

O terceiro ponto refere-se ao caráter abstrato dos valores abordados. Ética trata de princípios e não de mandamentos. Supõe que o ser humano deva ser justo. Porém, como ser justo? Ou como agir de forma a garantir o bem de todos? Não há resposta predefinida. É preciso, portanto, ter claro que não existem normas acabadas, regras definitivamente consagradas. A ética é um eterno pensar, refletir, construir. E a escola deve educar seus alunos para que possam tomar parte nessa construção, ser livres e autônomos para pensarem e julgarem.

Mas será que cabe à escola empenhar-se nessa formação? Na história educacional brasileira, a resposta foi, em várias épocas, positiva. Em 1826, o primeiro projeto de ensino público apresentado à Câmara dos Deputados previa que o aluno deveria ter “conhecimentos morais, cívicos e econômicos”. Não se tratava de conteúdos, pois não havia ainda um currículo nacional com elenco de matérias. Quando tal elenco foi criado (em 1909), a educação moral não apareceu como conteúdo, mas havia essa preocupação quando se tratou das finalidades do ensino. Em 1942, a Lei Orgânica do Ensino Secundário falava em “formação da personalidade integral do adolescente” e em acentuação e ele vação da “formação espiritual, consciência patriótica e consciência humanista” do aluno. Em 1961, a Lei de Diretrizes e Bases do Ensino Nacional colocava entre suas normas a “formação moral e cívica do aluno”. Em 1971, pela Lei n. 5.692/71, institui-se a Educação Moral e Cívica como área da educação escolar no Brasil.

Porém, o fato de, historicamente, verificar-se a presença da preocupação com a formação moral do aluno ainda não é argumento bastante forte. De fato, alguns poderão pensar que a escola, por várias razões, nunca será capaz de dar uma formação moral aceitável e, portanto, deve abster-se dessa empreitada. Outros poderão responder que o objetivo da escola é o de ensinar conhecimentos acumulados pela humanidade e não preocupar-se com uma formação mais ampla de seus alunos. Outros ainda, apesar de simpáticos à idéia de uma educação moral, poderão permanecer desconfiados ao lembrar a malfadada tentativa de se implantar aulas de Moral e Cívica no currículo.

Mesmo reconhecendo tratar-se de uma questão polêmica, a resposta dada por estes Parâmetros Curriculares Nacionais é afirmativa: cabe à escola empenhar-se na formação moral de seus alunos. Por isso, apresenta-se uma proposta diametralmente diferente das antigas aulas de Moral e Cívica e explica-se o porquê.

As pessoas não nascem boas ou ruins; é a sociedade, quer queira, quer não, que educa moralmente seus membros, embora a família, os meios de comunicação e o convívio com outras pessoas tenham influência marcante no comportamento da criança. E, naturalmente, a escola também tem. É preciso deixar claro que ela não deve ser considerada onipotente, única instituição social capaz de educar moralmente as novas gerações. Também não se pode pensar que a escola garanta total sucesso em seu trabalho de formação. Na verdade, seu poder é limitado. Todavia, tal diagnóstico não justifica uma deserção. Mesmo com limitações, a escola participa da formação moral de seus alunos. Valores e regras são transmitidos pelo professores, pelos livros didáticos, pela organização institucional, pelas formas de avaliação, pelos comportamentos dos próprios alunos, e assim por diante. Então, ao invés de deixá-las ocultas, é melhor que tais questões recebam tratamento explícito. Isso significa que essas questões devem ser objeto de reflexão da escola como um todo, ao invés de cada professor tomar isoladamente suas decisões. Daí a proposta de que se inclua o tema Ética nas preocupações oficiais da educação.

Acrescente-se ainda que, se os valores morais que subjazem aos ideais da Constituição brasileira não forem intimamente legitimados pelos indivíduos que compõem este país, o próprio exercício da cidadania será seriamente prejudicado, para não dizer, impossível. É tarefa de toda a sociedade fazer com que esses valores vivam e se desenvolvam. E, decorrentemente, é também tarefa da escola.”

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Uma das maiores queixas dos docentes da rede pública e privada da Educação Básica recai no comportamento dos alunos. O desapontamento não diz respeito às traquinagens próprias da idade, mas ao individualismo exacerbado, a total falta de respeito à autoridade, agressões verbais e físicas contra colegas e contra os próprios professores.

A situação de vitimização dos professores e violência das escolas de todo o Brasil se agrava a cada dia e reflete as quantas andam as famílias e a sociedade de modo geral.

Diante deste quadro, parece que o resgate da discussão sobre a virtude, ou a ética da virtude é mais do que bem-vindo, sobretudo, na Educação Infantil, momento apropriado para o início da construção das virtudes.

“Não há nada mais belo e mais legítimo do que o homem agir bem e devidamente”, dizia Montaigne

Segundo Aristóteles, a virtude é uma disposição adquirida de fazer o bem. A virtude é adquirida, já que não nascemos virtuosos, mas nos tornamos por intermédio da prática cotidiana, do hábito de fazer o bem.

“… em relação a todas as faculdades que nos vêm por natureza recebemos primeiro a potencialidade, e, somente mais tarde exibimos a atividade (isto é claro no caso dos sentidos, pois não foi por ver repetidamente ou repetidamente ouvir que adquirimos estes sentidos; ao contrário, já os tínhamos antes de começar a usufruí-los, e não passamos a tê-los por usufruí-los); quanto às várias formas de excelência moral, todavia, adquirimo-las por havê-las efetivamente praticado, tal como fazemos com as artes. As coisas que temos de aprender antes de fazer, aprendemo-las fazendo-as – por exemplo, os homens se tornam construtores construindo, e se tornam citaristas tocando cítara; da mesma forma, tornamo-nos justos praticando atos justos, moderados agindo moderadamente, e corajosos agindo corajosamente. Essa asserção é confirmada pelo que acontece nas cidades, pois os legisladores formam os cidadãos habituando-os a fazerem o bem; esta é a intenção de todos os legisladores; os que não a põem corretamente em prática falham em seu objetivo, e é sob este aspecto que a boa constituição difere da má.” (ARISTÓTELES, Ética a Nicômacos, p.35-6)

Mas o hábito é construído mediado pelo Outro. O Outro ensina pelo exemplo e por narrativas que contam os feitos dos grandes virtuosos: o herói com a sua coragem, o santo com a sua compaixão, dentre outros. Desse modo, a virtude vai sendo imitada e praticada cotidianamente. Porque a idéia de imitação e de mimesis é o centro da análise estética de Aristóteles.

Por isso, a importância de uma ação educativa que assuma a proposta de Aristóteles da imitação/representação do bom, do belo e do bem, tríade necessária para pensar a formação da virtude ao educar.

Leia com seus filhos:

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Aviso de Habilitação de Rádios Comunitárias

15/ago/2012 às 20:37 por Profa. Sônia R.Aranha em: atividade educativa

As entidades interessadas em habilitar suas rádios comunitárias podem fazer isso porque o Ministério de Comunicações  lançou aviso de habilitação para  65 municípios.

Abaixo o Aviso extraído do Diário Oficial da União aqui

AVISO DE HABILITAÇÃO No- 8, DE 10 DE AGOSTO DE 2012
O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto no art. 13 do Regulamento do Serviço de Radiodifusão Comunitária aprovado pelo Decreto nº 2.615, de 3 de junho de 1998, RESOLVE tornar público o presente Aviso de Habilitação para inscrição das entidades interessadas em executar o Serviço de Radiodifusão Comunitária nas localidadese canais constantes do Anexo 1, conforme a seguir especificado:

a) Prazo: o prazo para inscrição e apresentação da documentação
instrutória é de 60 (sessenta) dias;

b) Taxa de cadastramento: o pagamento da taxa no valor de
R$ 20,00 (vinte reais), relativa às despesas de cadastramento, deverá
ser efetuado em qualquer agência do Banco do Brasil S.A, mediante
0, tendo como favorecido CGRL/MC, podendo ser realizado, conforme segue:
b.1) No guichê de caixa, em dinheiro.
b.2) Nos terminais de auto-atendimento – TAA (clientes do Banco do Brasil), usando as seguintes opções: – Transferência;- Tela de Instruções; – Outras Transferências e Conta corrente paraConta Única do Tesouro. Informar na identificação 1, o código identificador da GRU DEP., e na identificação 2, o CPF/CNPJ.
b.3) Na internet (Clientes do Banco do Brasil). No site www.bb.com.br, efetuando a transferência do valor a ser pago de sua conta para a Conta Única do Tesouro. Informar o valor, o código identificador de 17 algarismos da GRU e CPF/CNPJ.

c) Inscrição: a inscrição deverá ser feita mediante a utilização do formulário constante do Anexo2, que se encontra disponível na página do Ministério das Comunicações no endereço eletrônico www.mc.gov.br e no Departamento de Outorga de Serviços de Comunicação Eletrônica da Secretaria deServiços de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, nos endereços abaixo mencionados;

d) Locais de inscrição: a inscrição poderá ser feita via postal, endereçado à Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, situada na Esplanada dos Ministérios,Bloco R – Anexo-B, Sala – 300, CEP 70044-900 – Brasília-DF; 2 – diretamente no protocolo central do Ministério das Comunicações em Brasília, DF, situado na Esplanada dos Ministérios, Bloco R – Edifício Sede, Térreo.

e) Documentação instrutória: a documentação instrutória constante do Anexo 3, necessária à efetivação da inscrição, deverá ser encaminhada, via postal, à Secretaria de Serviço de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações ou entregue diretamente no protocolo central do Ministério das Comunicações, nos endereços acima mencionados, no prazo fixado neste Aviso. Qualquer documento postado e apresentado, de forma voluntária, pela entidade, após o esgotamento do prazo, não será passível de análise, sendo considerado intempestivo. A apresentação da referida documentação é
obrigatória, acarretando a não apresentação, no prazo estabelecido, no indeferimento do pedido de inscrição. PAULO BERNARDO SILVA

ANEXO 1
Estado Município Canal*
AL Boca da Mata 285
AL Murici 200
AM Itacoatiara 285
BA Araci 285
BA Campo Formoso 285
BA Canudos 200
BA Caraíbas 200
BA Cocos 285
BA Guanambi 285
BA Itatim 200
BA Itororó 290
BA Manoel Vitorino 285
CE Camocim 254
ES Anchieta 253
GO São Miguel do Araguaia 285
GO Aparecida de Goiânia 200
GO São Simão 285
MG Centralina 285
MG Senhora dos Remédios 254
MG Visconde do Rio Branco 285
MG Luz 200
MG Pitangui 200
MG Santa Juliana 200
MS Amambaí 290
MT Juara 200
MT Juina 200
PA São Sebastião da Boa Vista 285
PB Pianco 200
PE Brejão 200
PE Cabo de Santo Agostinho 253
PE Gravata 253
PE Itapetim 285
PE Vicencia 253
PR Laranjeiras do Sul 200
PR Cambe 200
PR Cornélio Procópio 200
RJ São Pedro da Aldeia 200
RN Patú 200
RS Cachoeira do Sul 285
RS Cachoeirinha 200
RS Casca 200
SC Garopaba 252
SC Irineópolis 200
SC Indaial 252
SC Lages 200
SP Águas de Santa Barbara 200
SP Areiópolis 200
SP Cajamar 198
SP Cajurú 200
SP Campo Limpo Paulista 254
SP Casa Branca 200
SP Conchal 200
SP Fartura 200
SP Franco da Rocha 198
SP Guapiaçú 285
SP Guaraçaí 200
SP Itupeva 200
SP Jau 200
SP Lorena 300
SP Mirante do Paranapanema 285
SP São Roque 198
SP Lins 254
SP Nova Campina 200
SP Orlândia 290
TO Paraíso do Tocantins 285

* Os canais designados para os municípios poderão ser alterados em decorrência de atos futuros da Anatel, motivados por diversos fatores, inclusive por eventuais solicitações formuladas pelo Ministério das Comunicações, no intuito de viabilizar o maior número possível de estações.

O Anexo 2 consta da página 100 do Diário Oficial da União aqui

O Anexo 3 consta da página 101 do Diário Oficial da União aqui

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Todo mundo pode mudar o mundo!

31/jul/2012 às 16:37 por Profa. Sônia R.Aranha em: atividade educativa, educação

Quem afirma que “todo mundo pode mudar o mundo”  é o bio arquiteto , digamos assim, Edgard Gouveia Jr, santista, de 47 anos e que está mudando o mundo.

Diretor Executivo do Instituto Elos criou o programa Guerreiros sem Armas e o Jogo Oásis que é uma ferramenta de mobilização cidadã para a realização de sonhos coletivos que ele apresenta no TEDxAmazônia no vídeo abaixo.

Quiça as escolas pensem assim em um futuro próximo!

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Um ambiente virtual de aprendizagem é acessado pela internet por intermédio de uma senha e login do usuário e possui área de aluno, de professor e de administração. Em 2000 eu e meus sócios, Lúcia e Marcel, criamos o SitEscola.com em um momento em que o ensino a distância via internet ainda engatinhava para se tornar uma nova modalidade de ensino/aprendizagem.

Uma escola presencial de Educação Básica pode se valer de um ambiente virtual de aprendizagem para contribuir com inúmeras atividades escolares, por isso, deixo aqui cinco formas pouco conhecidas para usar um ambiente virtual de aprendizagem e em especial o SitEscola.com , é claro!

1) Lição de Casa: com o uso de tablets, laptop e cada um com o seu computador fazer lição de casa em apostila é muito de mode . Então, oferecer aos alunos um ambiente virtual de aprendizagem composto de textos, vídeos e exercícios é muito mais convidativo e motivador. É possível monitorar o tempo que o aluno ficou plugado e averiguar acertos e erros cometidos no exercício que podem ser considerados como uma avaliação parcial e em processo.

O professor também tem uma área exclusiva e por meio dela poderá acompanhar todas as suas turmas, enviar mensagens de incentivo, como também, de esclarecimento de dúvidas.

A lição de casa desta forma fica bem mais interessante e apropriada para as séries finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

2) Aulas de Reforço e/ou Recuperação Paralela: as escolas em geral possuem bastante dificuldade de programar de forma contínua aulas de reforço e/ou recuperação paralela para todos os alunos que necessitam. Virtualmente é bem mais fácil, pois o professor poderá oferecer aos alunos conteúdos específicos e de acordo com a dificuldade de um cada aluno, monitorando a assiduidade no ambiente virtual. Após um período de uma semana ou um pouco mais o professor de reforço encontra presencialmente com o aluno para trocar informações e tirar as dúvidas que ainda existem. Estas aulas contam também com avaliações periódicas e exercícios visando sanar as dificuldades. Ideal para o Ensino Médio ou os últimos anos do Ensino Fundamental.

3) Ampliação enriquecimento da Matriz Curricular: o Conselho Estadual de Educação do Estado de São Paulo por intermédio da Deliberação CEE N.77/2008 e da Indicação N. 77/2008 permite que se use 20% dos componentes curriculares de forma remota. A indicação diz:

“O uso da Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) para o ensino a distância no ensino fundamental pode ser utilizado apenas como complementação da aprendizagem ou em situações emergenciais. Não se trata aqui de propor o uso do ensino a distância para fazer frente às mudanças do currículo básico do ensino fundamental e médio. Trata-se de chamar a atenção para uma metodologia que pode e deve ser estimulada para promover a melhor aprendizagem dos alunos, complementando conhecimentos com contextos mais reais e dinâmicos; promovendo a oferta de alternativas para recuperação, reforço e avanços de alunos e até mesmo para promover a aprendizagem de uma segunda e terceira língua estrangeira ou de orientação e de educação profissional. Enfim, trata-se de diversificar e oferecer oportunidades para que os alunos possam optar por módulos complementares de estudos.

O Plano Nacional de Educação definiu que o ensino superior pode fazer uso de metodologias a distância, limitando-o a 20% da carga horária do curso, sem necessidade de autorização ou credenciamento. Nada impede que este Colegiado estabeleça o mesmo para a educação básica, na mesma proporção prevista para o ensino superior, visando incentivar o desenvolvimento e a veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modalidades de ensino, e de educação continuada (art. 80 da LDB).”

De modo que a escola poderá ampliar sua carga horária sem, no entanto, disponibilizar de novos turnos de aulas e/ou novas salas. Por exemplo:

uma escola possui 800 horas no 1º ano Médio significando 5 horas de aula por dia , cinco vezes na semana.Esta escola hipotética quer ampliar esta carga horária para atender as novas exigências a Deliberação CEE N.77/2008 que em seu artigo 2º apresenta enquanto que solicita que a matriz curricular precisa ser composta pelo menos: português, matemática, inglês, espanhol, filosofia, sociologia, química, biologia, física, artes, educação física, história e geografia. De modo que não é possível contar apenas com 5 horas/aulas dia para dar conta de todas essas disciplinas é preciso ampliar a carga horária e fazer isso como se a escola não tem como ampliar turno devido a restrição de número de salas? Uma boa opção é fazer isso lançando mão de um ambiente virtual de aprendizagem , por exemplo o SitEscola.com, de modo que o aluno poderá contar com mais componentes curriculares, mas estudando em casa.

Sugestão de como fazer aqui.

4) Aulas extra-curricular: a escola também poderá utilizar o ambiente virtual de aprendizagem SitEscola.com para oferecer aos alunos aulas extra-curriculares de diferentes áreas enriquecendo deste modo o currículo.

5) Formação continuada para os professores: por intermédio do ambiente virtual de aprendizagem SitEscola.com a escola também poderá oferecer ao seu quadro docente cursos de formação a distância visando a contínua e ininterrupta aquisição de conhecimentos pedagógicos importantes para a prática de ensino.

O SitEscola.com é muito amigável e comporta conteúdos formados por textos, vídeos e ilustrações com avaliações de múltipla escola e dissertativas.

Quando a escola inova e se aproxima dos alunos estes se sentem valorizados retribuindo com uma boa performance e com satisfação.

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O IV Encontro Paulista de Pais de Crianças Superdotadas acontecerá no dia 28 de Março, quarta-feira, às 20:00 hs, em São Paulo, na Rua Itápolis 1.020, Pacaembu.

O custo pela participação deste encontro será de R$ 50,00 (cinquenta reais) por pessoa.

Estão convidados pais, professores, psicólogos, educadores, pedagogos, médicos, profissionais da área ou pessoas que têm interesse ou afinidade pelo assunto e quem quiser participar.

Os interessados deverão fazer a sua inscrição através do e-mail : claudiahakim@uol.com.br

É muito importante, para as nossas crianças que pais de crianças superdotadas, talentosas e habilidosas, bem como as escolas que passam a maior parte do tempo educativo com eles, participem ativamente de uma educação diferenciada de seus filhos e alunos e compartilhem as dúvidas, as angústias, as experiências e diferentes pontos de vista com os participantes do encontro.

Os organizadores agradecem antecipadamente a participação.

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