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Certificado de Ensino Médio inválido: testemunho

17/jul/2018 às 22:45 por Profa. Sônia R.Aranha em: EAD, ensino médio

Tenho atuado junto a casos de ex-alunos do Ensino Médio que descobrem que foram enganados e que o certificado que eles receberam não foi emitido pela escola supletivo que frequentaram e , em geral, são de escolas do Rio de Janeiro que foram cassadas e não possuíam autorização de funcionamento pela Secretarias de Educação dos demais Estados.

É um momento muito frustante para o aluno que já está na faculdade  ou que pretende prestar um concurso saber que o seu certificado não vale nada e que foi enganado.

Nem todo caso é possível seguir para a Justiça, e quando isso não é possível, o melhor caminho e começar de novo e de um jeito certo , por isso tenho recomendado fazer o CEEJA – supletivo público e flexível , porque em pouco tempo resolve-se o problema. Outra possibilidade é fazer o ENCEEJA – Exame Nacional de Certificado de Educação de Jovens e Adultos, já que o ENEM não mais certifica.

Enfim, segue um testemunho de uma leitora deste blog e que conseguiu obter um certificado válido para não ter mais dores de cabeça:

      “Há um tempo atrás deixei aqui minha dúvida em relação ao meu caso e, como muitos, eu conclui o Ensino Médio a distancia. Me matriculei em uma escola do mesmo Estado, mas quando meu certificado chegou percebi que era do Rio de Janeiro, eu moro em São Paulo.
        Entrei na faculdade e não tive nenhum problema com o certificado, porém sempre fiquei com essa dúvida se meu certificado era verdadeiro ou não. Encontrei esse site e segui exatamente o que foi sugerido.
       Consegui concluir o Ensino Médio, parcialmente pelo Enem e o restante pelo CEEJA e hoje estou me matriculando novamente na faculdade, agora com a tranquilidade de saber que não terei problemas futuros.Perdi um tempo, pois tranquei minha matricula e resolvi começar novamente mas não me arrependo.
        Só tenho a agradecer a toda equipe.  (Angélica)”


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Nossos alunos estão se suicidando: o que vamos fazer?

26/jun/2018 às 3:35 por Profa. Sônia R.Aranha em: EAD

 Segundo estudos do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz entre os anos de 2000 a 2015 os sucídios de alunos de 10 a 14 anos aumentaram 65% e entre os alunos com 15 a 19 anos subiu 45%.
No mundo o suicídio é a segunda maior causa de morte. Neste ano de 2018 este assunto nunca objeto de estudos de pedagogos, professores ou escolas, tomou conta das salas de professores em função da morte de três alunos de escolas privadas famosas da capital paulista. Foram dois suicídios em mesmo colégio em um prazo de quinze dias. E distante de outro por meses. De modo que todos nós estamos a nos perguntar: o que podemos fazer diante deste problema?
A conclusão que a reportagem de Eliana Burm fez no periódico El Pais de 19 de junho de 2018: “se podemos fazer algo com a tragédia que é termos criado um mundo onde um número maior de adolescentes não se tornará adulto, é reaprendermos a viver em comunidade, redescobrirmos como tecer redes de cuidado mútuo. Isso não tira a responsabilidade individual. Ao contrário, a aumenta. Mas coloca a responsabilidade individual onde ela deve estar: fazendo “laço” com os outros. Fazendo junto.”
Diante disso, precisamos falar em suicídio, razão pela qual estou ministrando um curso que inicia em 2/07 para que professores, diretores e pais possam entender questões que envolvem o suicídio e também provocar a escola a pensar se o caminho que adotou, o do mercado, é o melhor caminho para que a sua missão e função social atinja seus objetivos.
O programa do curso:

Não deixe de reservar  um tempo para estudar este assunto que é muito espinhoso e triste, porém absolutamente necessário nos dias atuais. Entre em contato, vamos estudar juntos: centrodestudos@centrodestudos.com.br

 

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Curso online: Judicialização das Relações Escolares

16/abr/2018 às 16:44 por Profa. Sônia R.Aranha em: EAD

Olá queridos leitores deste blog,

Estarei ministrando o curso 100% online Judicialização das Relações Escolares: como evitar iniciando os estudos no dia 30/04/2018.

Esta será a primeira e única turma deste ano de 2018.

Então, se você é professor, diretor escolar, mantenedor de escola, advogado e quer ampliar o seu conhecimento sobre a legislação de ensino e o cotidiano da escola para evitar sofrer uma ação judicial, faça o este curso.

Ele já está em sua 28a edição, obteve nesses anos muito sucesso.

O valor do curso é de R$ 149,90 e quem efetivar o pagamento por transferência bancária ou depósito ainda ganha desconto R$ 142,00.

Faça a sua inscrição AQUI, valerá a pena.

Aguardo você!

Link da Revista: http://www.soniaranha.com.br/sob-o-olhar-da-justica/

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Como evitar ações judiciais contra a escola

15/ago/2017 às 15:30 por Profa. Sônia R.Aranha em: EAD

Os gestores educacionais sejam de escolas particulares ou públicas evidentemente não desejam ser alvos de ações judiciais.

Mas para evitar que ações judiciais caiam em seus cangotes é preciso conhecer a legislação de ensino , a Constituição Federal, o ECA , o Direito do Consumidor, dentre outros, para evitar os dissabores.

É o que eu proponho no curso Judicialização das Relações Escolares: como evitar , isto é, evitar que a Justiça intervenha e dite o que é para ser feito na escola ou como evitar sofrer uma ação judicial.

Tenho acompanhado muitos pais de alunos que diante de arbitrariedades das escolas impetram ações judiciais, porque estas desconhecendo a legislação agem pela própria vontade. O que é um grande desgaste emocional e financeiro tanto para os pais, como para as escolas,  evitável se os gestores conhecessem leis e/ou ato normativos que regem as instituições escolares.

Por exemplo:

Escola particular reprova aluno no 2º ano do Ensino Fundamental contra  ato normativo do Conselho Nacional de Educação em sua Resolução CNB/CBE n.07/2010, artigo 30, inciso III, parágrafo 1º.

O pai busca anular a reprovação junto Conselho Estadual de Educação que lhe defere o recurso.

Pai entra com ação judicial contra a escola para rever suas perdas financeiras (material escolar do 2º ano que comprou desnecessariamente; matrícula e 4 parcelas da anuidade escolar do 2º ano que pagou de forma indevida) e moral, afinal o filho passou pelo constrangimento da reprovação sem tê-la merecido, além ser transferido de escola, deixando para trás seus coleguinhas.

Se os gestores desta escola conhecessem a legislação de ensino, não teriam reprovado o aluno, e este com a sua família, não teriam sofrido e obviamente não haveria uma ação judicial.

De modo que participe comigo do curso on-line: Judicialização das Relações Escolares: como evitar e evite dores de cabeça!

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A lei de combate ao Bullying e implicações para a escola

Direitos do Aluno com Deficiência ou com Necessidades Especiais

Evitando a violência na escola: cultivando as virtudes

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A lei que combate o bullying e as implicações para a escola

28/jul/2017 às 18:29 por Profa. Sônia R.Aranha em: EAD

 

O que é bullying?

Segundo a lei federal n.13.185/2015 considera-se bullying toda intimidação sistemática configurando-se em “ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.”

Esta prática infelizmente é muito comum nas escolas e após a lei federal n.13.185/2015 a escola é responsável por coibi-la:

“Art. 5o  É dever do estabelecimento de ensino, dos clubes e das agremiações recreativas assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate à violência e à intimidação sistemática (bullying).”

Caso a criança ou adolescentes sofram bullying na escola e esta nada fizer para combater a violência sistemática, poderá ser acionada judicialmente.

Entre 2010 e 2013 as ações judiciais contra escolas em função de bullying subiram de 7 (sete) casos para mais de 220 (duzentos e vinte). As ações são de danos morais e financeiros, alcançando aproximadamente R$ 15 mil reais por ação.

A partir da lei que entrou a vigorar em 2016  provavelmente essas ações aumentarão e as escolas precisarão dar uma resposta a esta violência que é cometida debaixo de seus olhos.

Visando contribuir com as escolas, por um lado, e com os pais, por outro, este curso pretende apresentar a lei , a responsabilidade das escolas e apontar ações educativas para prevenir o bullying.

Se você é escola ou pai de aluno, faça o curso online comigo:

A lei que combate o bullying e as implicações para a escola (clique neste título)

Faça o seu cadastro e a sua inscrição no curso, tendo dúvidas entre em contato com centrodestudos@centrodestudos.com.br

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Curso on-line para advogados ou gestores escolares

16/mai/2017 às 23:24 por Profa. Sônia R.Aranha em: EAD

Judicialização das Relações Escolares: como evitar, é um curso on-line que publiquei na plataforma de ensino CentrodEstudos cujo objetivo  diz respeito a Justiça interferindo nas relações escolares e o modo de evitar que isso ocorra.

É um curso para gestores escolares, mas bem interessante, a meu ver, para advogados, porque alarga  um nicho de atuação pouco desenvolvido que é o Direito Educacional

Há uma vasta legislação de ensino em forma de leis ou atos normativos, em diferentes Estados e a área é ampla envolvendo desde a responsabilidade civil da escola até a de direito do consumidor, passando pelas questões do ensino propriamente ditas.

É uma área de atuação nova porque somente de uns cinco anos para cá é que os pais de alunos de escolas públicas ou privadas estão acionando a Justiça para fazer valer os seus direitos.

Alguns exemplos de ações judiciais movidas pelos pais de alunos contra as escolas:

- (contra escola particular ) mandado de segurança visando tratamento escolar condizente com as suas necessidades especiais, já que a impetrante é portadora de dislexia, disgrafia e discalculia associada ao Transtorno de Déficit de Atenção e Concentração (TDAH). Decisão do Juiz: No caso em apreço, o comportamento da autoridade coatora de negar a impetrante atendimento especial de acordo com as suas necessidades viola a determinação contida na Carta Magna, pois inviabiliza o acesso da adolescente ao ensino especial, contrariando seu direito fundamental a educação. Enfim, em conclusão, o ato da digna diretora destoa das nobres funções por ela exercida, à consideração de que se deve visar na educação o ponto principal para o desenvolvimento nacional. Diante do exposto, objetivando garantir a impetrante seu direito fundamental a educação especial, concedo a segurança reclamada ( …)

(contra escola pública)  ação cominatória de obrigação de fazer para efetivar a matrícula de aluno adolescente, portador de deficiência na instituição de ensino estadual especializada , com fornecimento de transporte escolar especial. Decisão do Juiz: efetivar a matrícula é providência necessária, a fim de se evitar possível piora em seu desenvolvimento psíquico e o agravamento de sua enfermidade, bem como, e principalmente, de se lhe proporcionar uma vida digna, de bem-estar.

(contra a Fazenda Pública do Estado de São Paulo) ação de obrigação de fazer determinando contratação de professor auxiliar que atenda as necessidades especiais pedagógicas no seu colégio sob pena diária de (R$ 200,00). Processo: julgado procedente. Recurso para Reexame, decisão do juiz do TJ: nega-se provimento aos recursos.

(contra escola particular) aplicação de multa pelo Procon Estadual considerou abusivo várias claúsulas do Contrato de Prestação de Serviços aplicando multa R$ 41.526,72 (quarenta e um mil quinhentos e vinte e seis reais e setenta e dois centavos). Decisão do juiz: provimento parcial ao recurso apenas para reformar a decisão na parte que considerou abusivo o parágrafo 2º da cláusula 4ª do contrato.

(contra escola particular) ação por dano moral visando indenização pois a escola não atendeu  criança regularmente  alfabetizada, apresentando, no primeiro ano do ensino  fundamental, sintomas de baixa autoestima, baixo  rendimento escolar e falta de vontade de ir à escola.  Laudo pericial que atesta ser preservada a inteligência do menor, apesar da dislexia, não havendo, portanto,  necessidade de matriculá-lo em escola destinada ao  atendimento de crianças com necessidades especiais. Decisão do juiz: é dever das instituições de ensino estimular os seus  alunos, de acordo com as necessidades de cada um,  para alcançar o seu objetivo-fim, o ensino/aprendizado.  Dano moral configurado(…)

Inscrições Abertas.

Esta turma de 2017 inicia em 29/05/2017.

Corra para não perder a vaga.

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Presente para os professores

12/out/2016 às 19:42 por Profa. Sônia R.Aranha em: EAD

presente

O CentrodEstudos oferece descontos em todos os cursos neste mês de Outubro para os professores em exercício das escolas públicas ou privadas.

Valor do curso R$ 79,00, desconto de 68%.

Judicialização das Relações Escolares: como evitar

Direito do Aluno com Deficiência ou Necessidades Especiais

Evitando a violência na Escola:cultivando as virtudes

A escrita e a leitura na perspectiva vygotskyana

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Como formar uma pessoa justa, nobre e boa

15/jun/2016 às 0:32 por Profa. Sônia R.Aranha em: EAD, educação

Nesses tempos difíceis que estamos a viver , com todas as instituições da República em xeque-mate a escola tem que se fazer uma pergunta: o que estamos formando está de acordo com os princípios humanos?

A preocupação com o mercado e , consequentemente, com o vestibular, fez com que as escolas esquecessem o que é educar.

O que é educar afinal de contas?

A palavra educar tem origem no latim educere que , por sua vez, remete a palavra eduzir que significa trazer à tona , conduzir para fora.

E conduzir para fora o que exatamente? O que o homem tem de melhor.

Esse é o sentido verdadeiro de educar , da educação, seja ela escolar ou não.

A educação escolarizada não foi feita para que o aluno entre no vestibular. Mas para o aluno se tornar humano.

Um bebê , filho de um homem e de uma mulher, não é humano desde o início de seu nascimento. Ele vai se tornando humano em função do aprendizado que vai adquirindo por intermédio do Outros humanos.

Lembremos da história do Tarzan. Ele era organicamente humano, mas foi aprendendo a ser um gorila . Mesmo tendo cordas vocais não falava porque nunca havia ouvido a voz humana. Mesmo tendo pernas aptas a andar, não andava porque não sabia como fazê-lo sem outro humano para lhe ensinar.

De modo que o homem/mulher precisa de Outro  homem/mulher para extrair dentro de si o potencialmente humano e isso é feito por meio da educação:  é trazer à tona a semente da humanidade que está mergulhada dentro do homem, como nos diz a Profa. Lúcia Helena Galvão em uma de suas palestras sobre filosofia da educação.

A educação deve formar no homem o espírito da generosidade e  do  sacro ofício, ou seja, do trabalho sagrado e, ao mesmo tempo, o ânimo de pedagogos para que cada um de nós possamos formar outros e, assim sucessivamente, por toda a humanidade. Todos nós somos pedagogos.

A paidagogo (grego)  tinha como missão conduzir a alma da criança para uma alma adulta , isto é, formar valores , formar virtudes que só podem ser forjadas na prática. Ninguém nasce virtuoso . É preciso aprender a sê-lo.

De modo que em uma sociedade doente como a nossa , mesquinha, que nutri o ódio pelo Outro em diferentes formas  alimentando a violência que se expressa muitas vezes na escola contra o professor ou contra o aluno vindo do professor ou vindo de um outro aluno, em forma de bullying, só poderá ser contida se os pedagogos entenderem que é preciso cultivar virtudes , entendê-las e praticá-las no cotidiano da escola:

  • Honestidade
  • Coragem
  • Perseverança
  • Compaixão
  • Amizade
  • Gratidão
  • Justiça
  • Tolerância
  • Amor

O curso online Evitando a Violência na escola: cultivando virtudes, pretende discutir e apresentar algumas estratégia pedagógicas para isso usando contos de fadas, por exemplo, para despertar a alma que está adormecida , como é o caso da Bela Adormecida ou o caso da Branca de Neve, ambas dormindo na materialidade da vida.

Venha estudar conosco. O curso é livre e assíncrono você faz no seu ritmo.

Valor promocional para o mês de Junho   R$ 69,00.

Poucas vagas.

 

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Uma das maiores queixas dos docentes das escolas da Educação Básica recai no comportamento dos alunos. O desapontamento não diz respeito às traquinagens próprias da idade, mas ao individualismo exacerbado, a total falta de respeito à autoridade, agressões verbais e físicas contra colegas e contra os próprios professores.

A situação de vitimização dos professores e violência das escolas de todo o Brasil se agrava a cada dia e reflete as quantas andam as famílias e a sociedade de modo geral.

Diante deste quadro, parece que o resgate da discussão sobre a virtude, ou dizendo de um outro modo, sobre a ética da virtude é mais do que bem-vinda, sobretudo, na Educação Infantil, momento apropriado para o início da construção das virtudes.

De modo que estou a oferecer um curso online, cuja proposta é contribuir com a mudança deste perverso momento em que se encontram nossos jovens e crianças, professores e famílias.

O objetivo do estudo é resgatar práticas pedagógicas que discutam as virtudes com crianças da Educação Infantil e dos primeiros anos do Ensino Fundamental.

Onde fazer : www.centrodestudos.com.br
Curso online e assíncrono http://www.centrodestudos.com.br/Ead/Aberto/DetalheCurso.aspx?Codigo=46
Início imediato
Coordenação: Profa.Sônia Aranha
 

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Direitos do Aluno com Deficiência , curso online para escolas e pais

28/out/2015 às 18:12 por Profa. Sônia R.Aranha em: EAD

Queridos que me acompanham neste blog,

Estou ministrando um curso 100% online no CentrodEstudos cujo título é Direitos do Aluno com Deficência ou com Necessidades Educacionais Especiais.

Em função da nova lei federal n.13.146/15, sancionada em julho/2015, trazendo uma outra característica para a discussão do ensino para crianças ou adolescentes com deficiência ou que tenham necessidades educacionais especiais é que se faz importante este conhecimento.

É um curso para escola e para pais.

Início imediato.

Há descontos para professores e para pais.

Participe!

Onde? No www.centrodestudos.com.br

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