Arquivo de ensino médio

 

Você concluiu a graduação e a faculdade agora diz que não pode emitir o diploma, porque o seu certificado de ensino médio é inválido e precisa de um visto confere?

Leia o testemunho da Cintia a este respeito:

Venho aqui para brevemente relatar meu caso em agosto de 2016 terminei minha graduação, quando fui retirar meu diploma e histórico 60 dias após a colação de grau fui barrada porque a faculdade alegou que meu ensino médio eu precisava validar pois eu tinha um histórico e ele não estava certificado, inocentemente fui até a   escola que conclui em 2010 , simplesmente ela sumiu! ( Centro educacional carioca, essa é a “Escola”) eu não sabia absolutamente nada e nem o que fazer voltei na faculdade pedindo ajuda eles não souberam me orientar, fui para o google no qual, graças a Deus, achei esse site da Sônia Aranha, explicando exatamente a minha situação, fui orientada por ela sobre o que fazer e ela me indicou a Dra Lais Gonçalves no qual me ajudou com todo meu processo que tive que entrar contra a SEEDUC. O processo demorou mais ou menos 6 meses mas consegui pegar meu diploma na faculdade e assim poder trabalhar na minha profissão em que escolhi e na qual me dediquei 4 anos sem saber que havia sido engana num supletivo fajuto. Só tenho a agradecer por todo apoio. Obrigada.”

Fico muito feliz de ter podido ser a ponte para ajudar a Cintia e tantos outros alunos que foram enganados.

Se este é o seu caso, nos procure: contato@soniaranha.com.br  ou saranha@mpcnet.com.br que indicaremos advogada com experiência para atuar no seu caso.

 

 

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Ensino Médio pela voz dos adolescentes

25/mai/2017 às 4:55 por Profa. Sônia R.Aranha em: ensino médio

Por Carta Educação:

O Ensino Médio é notadamente um dos gargalos da educação brasileira. Alguns de seus desafios podem ser traduzidos em números: há 1,6 milhão de adolescentes de 15 a 17 anos fora da escola; destes, 10%, em média, não estudam, nem trabalham.

No entanto, a etapa também tem que lidar com uma tarefa igualmente urgente, só que de natureza mais subjetiva: qualificar o ensino e torná-lo mais significativo aos adolescentes, o que passa por conhecer a realidade das juventudes em profundidade.

É sobre este cenário que o documentário “Nunca me Sonharam”, uma iniciativa do Instituto Unibanco, dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes se debruça. O longa metragem se propõe a fazer uma análise do Ensino Médio a partir da interlocução com estudantes, que são convidados a falar dos sonhos, expectativas e dificuldades que levam diariamente para a escola.

Em uma hora e meia, é possível conhecer a experiência de 70 personagens, entre os quais também figuram educadores e especialistas em educação. Conforme a narrativa se costura, se evidencia a necessidade de que o sistema educacional se comprometa com a transformação da vida dos adolescentes.

“O país esqueceu da educação pública ao longo da sua história”, avaliou o superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques. Para ele, isso é decisivo para que, sobretudo o Ensino Médio, seja produtor de tanta desigualdade social.

Compartilha da visão o diretor Cacau Rhoden. “Os obstáculos que os estudantes enfrentam no convívio em sociedade impactam diretamente não só suas vidas particulares, mas a escola e a educação como um todo, o que gera um ciclo vicioso”, avalia ao considerar as taxas de evasão escolar ainda não contornadas pela etapa escolar.

Para os especialistas, nesse sentido, o filme atua como um instrumento provocador de debate e reflexões. E ainda que reconheça a necessidade das escolas serem propositoras de mudanças qualitativas, também entende que o espaço e sua comunidade não podem ser os únicos responsabilizados.

“Não há política de transformação possível sem sonhar as pessoas. Isso é da natureza da responsabilidade pública. Sonhar o outro é uma medida radical de empatia para desenhar política pública. É preciso elo com a alteridade”, atesta Henriques.

Onde assistir

O documentário será exibido durante a 4ª edição do Festival Ciranda de Filmes, em São Paulo. Nesta quinta 25, haverá uma sessão gratuita do longa metragem no Espaço Itaú de Cinema, na rua Augusta, às 14h30.

O filme chega ao circuito comercial de cinema no dia 8 de junho em São Paulo e Rio de Janeiro, e deve oferecer sessões gratuitas no primeiro final de semana.

Já na semana que antecede a estreia nos cinemas, de 1 a 7 de junho, o documentário também fica disponível para educadores de todo o Brasil na plataforma Video Camp.

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Senado aprova reforma do ensino médio, que segue para sanção

09/fev/2017 às 0:33 por Profa. Sônia R.Aranha em: ensino médio

Não tive tempo ainda de analisar as mudanças..

 

Aqui

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (8) a chamada Medida Provisória do Novo Ensino Médio, com segmentação de disciplinas segundo áreas do conhecimento e implementação do ensino integral. Foram 43 votos favoráveis e 13 votos contrários ao Projeto de Lei de Conversão (PLV) 34/2016, proposta originada após alterações promovidas na MPV 746/2016 pela comissão mista e pela Câmara dos Deputados.

Dentre outras alterações, o texto aprovado aumenta a carga horária das atuais 800 horas anuais para 1.000 horas e divide o currículo entre conteúdo comum e assuntos específicos de uma das áreas que o aluno deverá escolher (linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica). A matéria segue agora para sanção presidencial.

O relator da matéria foi o senador Pedro Chaves (PSC-MS). De acordo com o texto aprovado, o currículo do ensino médio será composto pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e por “itinerários formativos” correspondentes às seguintes áreas do conhecimento: linguagem e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e sociais aplicadas; e formação técnica e profissional. Das 568 emendas apresentadas à medida provisória por senadores e deputados, o relator acolheu parcial ou totalmente 148.

Cada sistema de ensino organizará essas áreas e as respectivas competências e habilidades esperadas do aluno segundo seus próprios critérios. Poderá haver uma integração de componentes curriculares da base comum com disciplinas dessas áreas e, após a conclusão de um itinerário formativo, os alunos poderão cursar outro, se houver vaga.

Todas as regras valerão para as redes de ensino público e privado, mas o cronograma de implantação terá de ser elaborado no primeiro ano letivo seguinte à data de publicação da BNCC. A implementação, entretanto, ocorrerá no segundo ano letivo depois da homologação dessa base curricular.

Português e Matemática continuam obrigatórios nos três anos do ensino médio, assegurado, às comunidades indígenas, o ensino de línguas maternas.

O texto reinclui como disciplinas obrigatórias Artes e Educação Física, que tinham sido excluídas pelo texto original da MP. Entre as línguas estrangeiras, o Espanhol não será mais obrigatório, ao contrário do Inglês, que continua obrigatório a partir do sexto ano do ensino fundamental.

Já as disciplinas de Filosofia e Sociologia, que tinham sido excluídas pelo Poder Executivo, passarão a ser obrigatórias apenas na BNCC, assim como Educação Física e Artes.

Quanto aos métodos de ensino, o texto retoma e reformula trecho da Lei de Diretrizes e Bases (Lei 9.394/1996) para estipular que as redes de ensino organizarão os conteúdos, as metodologias e as formas de avaliação processual e de formação, de maneira que o estudante demonstre domínio dos princípios científicos e tecnológicos da produção moderna e o conhecimento das formas contemporâneas de linguagem.

O texto aprovado pelos senadores estabelece uma transição para o ensino médio em tempo integral. Em cinco anos, a ampliação será das atuais 800 horas anuais para 1.000 horas. Após isso, a meta será de 1.400 mil horas ao ano, mas o texto não estipula prazo. Nos três anos do ensino médio, a carga horária total destinada à BNCC não poderá ser maior que 1.880 horas.

A inclusão de novas disciplinas obrigatórias na base comum dependerá da aprovação do Conselho Nacional de Educação e de homologação do ministro da Educação, mas não precisarão mais ser ouvidos o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional de Dirigentes de Educação (Undime), como estabelece a redação original da medida provisória. A organização do ensino médio poderá ser na forma de módulos ou sistema de créditos com terminologia específica.

Formação técnica

O PLV estabelece que, a critério dos sistemas de ensino, a oferta de formação técnica e profissional considerará a inclusão de práticas de trabalho no setor produtivo ou em ambientes de simulação por meio de parcerias. Também poderão ser concedidos certificados intermediários de qualificação para o trabalho.

Já os certificados de conclusão terão validade nacional e permitirão a continuidade dos estudos em nível superior e em outros cursos para os quais seja exigido o ensino médio. Os professores desse itinerário de formação poderão ser profissionais de notório saber em sua área de atuação ou com experiência profissional atestados por titulação específica ou prática de ensino.

Educação a distância

Os sistemas de ensino médio poderão firmar convênios com instituições de educação a distância. A formação de docentes em nível superior para atuar na educação básica poderá ocorrer na forma de licenciatura plena em qualquer faculdade, e não apenas em universidades ou institutos superiores de educação.

Entretanto, profissionais graduados também poderão dar aula no ensino médio se tiverem feito complementação pedagógica. Também haverá permissão para que o professor lecione em um mesmo estabelecimento por mais de um turno, desde que não ultrapasse a jornada de trabalho semanal.

Período integral

Uma das principais mudanças é a criação da Política de Fomento à Implementação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral, destinado ao setor público.

Para receber recursos da União por meio dessa política, o governo estadual terá de assinar termo de compromisso com identificação e delimitação das ações a serem financiadas; metas quantitativas; cronograma de execução físico-financeira; e previsão de início e fim de execução das ações. Os repasses serão por dez anos.

As transferências obrigatórias dos recursos ocorrerão para as escolas que programarem o tempo integral a partir da publicação da futura lei. A prioridade será para as regiões com menores índices de desenvolvimento humano (IDH) e com resultados mais baixos nos processos nacionais de avaliação do ensino médio (Enem).

As escolas precisarão ter ainda projeto político-pedagógico que obedeça às regras de itinerários formativos. O dinheiro repassado anualmente será com base no número de matrículas do Censo Escolar da Educação Básica, mas dependerá de disponibilidade orçamentária. Nas escolas, os recursos poderão ser usados para pagar a remuneração e o aperfeiçoamento dos profissionais de educação; para compra, reforma e conservação de instalações; para o uso e manutenção de bens e serviços; para atividades-meio e para a compra de material didático e custeio de transporte escolar.

Repasses não utilizados e que tenham ocorrido até o 13º mês anterior ao do novo repasse serão descontados para não haver acúmulo de dinheiro sem uso. Nos estados, o controle social e o acompanhamento do uso correto da ajuda da União caberão aos conselhos estaduais de educação. No âmbito federal, tanto os órgãos de controle interno quanto o Tribunal de Contas da União (TCU) terão acesso à documentação das despesas feitas com esses repasses.

A oferta de ensino noturno regular continuará garantida, levando-se em conta as condições regionais e do educando.

“Arma mais poderosa”

Ao ler seu relatório, o senador Pedro Chaves (PSD-MS) informou que o Brasil tem 1,7 milhão de jovens entre 15 a 17 anos que não estão matriculados no ensino médio. Dos cerca de 8 milhões de alunos que se matriculam anualmente no ensino médio, apenas 1,9 milhão chegam a concluir os estudos, disse. Além disso, acrescentou, 82% dos jovens na idade entre 18 e 24 anos estão fora do ensino superior.

— Não se pode ignorar que, neste exato momento, há jovens dentro de salas de aula precarizadas, ouvindo aulas maçantes e enciclopédicas, sem perspectiva para o futuro. Há ainda muitos outros que nem mesmo matriculados estão, pois precisam trabalhar. Há um terceiro grupo para o qual os horizontes são ainda mais nebulosos, pois não trabalham nem estudam, constituindo a chamada ‘geração nem-nem’. Em suma, a mudança no ensino médio precisa começar o mais rápido possível, pois é a partir dela que esboçaremos novos padrões para a plena realização dos potenciais de nossa juventude, fenômeno essencial para o desenvolvimento sustentável do país — afirmou o relator.

Pedro Chaves registrou ainda que a reforma do ensino médio vem sendo debatida no Congresso desde 2012 e que a comissão mista que analisou a MP 746 promoveu nove audiências públicas sobre o tema.

— Hoje, oferecemos ao povo a arma mais poderosa que se pode utilizar no combate à desigualdade, ao preconceito e a falta de oportunidade. Tenho convicção de que a forma mais eficaz de erradicação da pobreza, da diminuição da necessidade de políticas assistencialistas e na formação de um povo politizado e crítico na escolha e cobrança de seus representantes é através do conhecimento. Como sabiamente disse Nelson Mandela, ‘a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo’ — concluiu Pedro Chaves.

Regime militar

Já a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) comparou a atual reforma promovida pelo governo Michel Temer com a reforma educacional promovida em 1971 pelo regime da ditadura militar. Segundo a senadora, o governo militar fez a reforma sem debates, impondo a reformulação. Ela registrou que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, já deu parecer apontando falhas na proposta. Segundo a senadora, Janot argumentou que medida provisória não é o instrumento adequado para implantar mudanças estruturais em políticas públicas.

Também contrárias à MP, as senadoras Ângela Portela (PT-RR) e Regina Sousa (PT-PI) reforçaram as críticas. Para a primeira, o governo não promoveu debates democráticos com professores, alunos, especialistas ou sociedade em geral. Ângela Portela disse que as mudanças prejudicarão a formação geral de qualidade. Disse ainda que o governo não pretende aumentar investimentos em livros didáticos, transporte escolar e merenda. Regina Sousa também afirmou que a proposta foi pouco debatida e que os alunos de escolas públicas terão formação muito inferior aos estudantes do setor privado. Para ela, a reforma do ensino médio aprofundará a precariedade do ensino público.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) posicionou-se contrária à aprovação por entender que a proposta foi pouco debatida. E questionou como municípios e estados financiarão escolas em período integral. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) criticou a MP e disse que as mudanças desvalorizam o magistério e precarizam a situação do trabalho do professor, ao prever o fim da aposentadoria especial da categoria. Disse ainda que o governo engana a população, pois aumenta as exigências para a educação, mas retira recursos do setor.

Na visão do senador Humberto Costa (PT-PE), a MP é “absolutamente nefasta”. Ele apontou que um assunto tão complexo como uma reforma do ensino médio deveria ser debatido com mais profundidade, e não por meio de uma MP — que tem um rito mais rápido.

Aptidões

Já Ronaldo Caiado (DEM-GO) e José Agripino (DEM-RN) defenderam a aprovação do PLV com veemência. Caiado disse que milhões de jovens brasileiros não estudam nem trabalham atualmente e muitos sequer conseguem concluir o ensino médio. Caiado lembrou que apenas 18% dos jovens que concluem o ensino médio ingressam em universidades e afirmou que mais de 80% dos brasileiros seriam favoráveis ao Novo Ensino Médio. Agripino acrescentou que a reforma do ensino médio já vinha sendo discutida há mais de 20 anos. Avaliou que os jovens poderão explorar suas aptidões de maneira específica já no ensino médio. Para Agripino, o texto “é um instrumento de modernidade”.

Em seguida, o senador Paulo Bauer (PSDB-SC) disse que a reforma em questão é “absolutamente necessária e oportuna”. Ele afirmou que os estudantes poderão seguir suas vocações e se dedicar aos temas que tenham mais afinidade. Ele só lamentou que o ensino do Espanhol não seja considerado obrigatório.

Por sua vez, a senadora Simone Tebet (PMDB-MS) disse que a reforma não resolverá todos os problemas do ensino médio, mas que é um avanço. Ela afirmou que o estudo em período integral vai melhorar a qualidade do ensino.

Já a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) observou que as novas tecnologias criaram novas oportunidades, sendo preciso tornar a escola mais interessante aos alunos. A senadora disse que a MP pode contribuir para essa finalidade, ao propiciar uma visão básica de mundo que irá orientar o estudante quanto ao que ele pretende desenvolver na sua vida profissional futura.

Horário integral

Para o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), o posicionamento dos senadores em relação à MPV 746 deveria levar em conta os alunos jovens e os adolescentes — que poderão escolher as disciplinas que querem cursar. Cristovam destacou o horário integral como uma medida positiva, que pode segurar o aluno na escola e evitar que meninos e meninas fiquem na rua. Apesar de elogiar a MPV, o senador cobrou mais iniciativas do governo para o Brasil dar um salto de qualidade na educação.

— Eu vou votar muito contente nesta medida provisória – declarou Cristovam.

Também debateram a proposta os senadores José Aníbal (PSDB-SP), Lídice da Mata (PSB-BA), Lúcia Vânia (PSB-GO), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Benedito de Lira (PP-AL), Aécio Neves (PSDB-MG) e outros.

(Com informações da Agência Câmara)

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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ENEM 2015 : provas 24 e 25 de outubro

07/out/2015 às 19:55 por Profa. Sônia R.Aranha em: ensino médio

Nos dias 24 e 25 de outubro, 7.746.118 participantes farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a segunda maior prova de acesso ao Ensino Superior do mundo. O Enem fica atrás somente do exame gaokao, realizado na China, que em 2015 superou os 9 milhões de inscritos. Diferentemente do Enem, que pode ser prestado várias vezes, no exame chinês os estudantes têm apenas uma chance de acesso à Educação Superior.

Entre os participantes do Enem, 4.458.265, ou cerca de 57,5%, são mulheres, enquanto 3.287.853 são homens. A maior parcela dos candidatos ( 3,5 milhões, ou seja, 45,5%) se declarou parda, enquanto 2,8 milhões se declararam brancos e 983 mil, negros.

O Sudeste é a região com maior número de inscritos, 2,8 milhões, seguido pelo Nordeste, com 2,4 milhões; Sul (915 mil), Norte (817 mil) e Centro-Oeste (702 mil). A edição 2015 é a primeira vez de 2.525.080 participantes. Outros 5.221.038 repetem o exame.

Além da vaga na Educação Superior e em programas do governo federal, 867.968 participantes do Enem buscam a Certificação do Ensino Médio.

Provas

Os participantes farão quatro provas objetivas, cada uma com 45 questões de múltipla escolha e uma prova de redação. No sábado, 24 de outubro, serão realizadas as provas de ciências humanas e suas tecnologias e de ciências da natureza e suas tecnologias, com duração de 4 horas e 30 minutos, contadas a partir da autorização do aplicador. No domingo, 25, será a vez de linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e matemática e suas tecnologias, com duração de 5 horas e 30 minutos.

A aplicação das provas começará às 13h30 e deverá ser considerado, sempre, o horário oficial de Brasília. Os candidatos terão acesso aos locais de prova a partir das 12 horas. Os portões serão fechados às 13 horas, em todas as unidades da Federação. Assim, quem mora em Manaus, por exemplo, terá de chegar ao local de prova até as 12 horas locais; em Rio Branco, às 11 horas, também pelo horário local.

Este ano, o cartão de confirmação do Enem terá formato digital. Com isso, os participantes devem buscar o acesso ao sistema de inscrição do exame pela internet — nas edições anteriores, o comprovante era enviado pelos Correios.

Enem

O Enem é um mecanismo de democratização do acesso às políticas públicas de educação. Com a nota obtida no Enem, o estudante pode tentar uma vaga na Educação Superior por meio do programa Universidade para Todos (ProUni), que permite a estudantes brasileiros de baixa renda obter bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) em instituições particulares de Educação Superior.

O resultado também é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), participar do programa Ciência sem Fronteiras e ingressar em vagas gratuitas dos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Estudantes maiores de 18 anos podem também obter a certificação do Ensino Médio por meio do Enem.

Fonte: Ministério da Educação

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ENEM 2015: inscrições de 25/05 até 05/06

14/mai/2015 às 22:28 por Profa. Sônia R.Aranha em: ensino médio

Edição de 2015 abre inscrições no dia 25 e provas serão realizadas em outubro

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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 será realizado nos dias 24 e 25 de outubro. Medidas para reduzir a abstenção, ampliar a segurança e dar mais tranquilidade aos participantes são os destaques do edital do exame, que será publicado na segunda-feira, 18.

As inscrições, pela internet, serão abertas às 10h do dia 25 e se estenderão até as 23h59 de 5 de junho próximo, pelo horário oficial de Brasília. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 14, pelo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, pelo secretário executivo MEC, Luiz Cláudio Costa, e pelo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Chico Soares.

Os candidatos isentos de taxa de inscrição que não comparecerem nos dois dias de provas perderão o benefício para a próxima edição. O objetivo da iniciativa é diminuir os índices de abstenção e, com isso, evitar desperdício de dinheiro público. Na edição do ano passado, dos 8.721.946 inscritos, 2.494.477 faltaram aos dois dias de provas — abstenção de 28,6%.

A principal medida para reduzir o número de faltosos não é o aumento da taxa”, observou o ministro. “É a suspensão da isenção para quem se inscrever e não comparecer. Quase 30% das provas têm sido impressas, transportadas, previstas infraestrutura e segurança, para pessoas que não aparecem.”

Nos dois dias de exame, os portões nos locais de provas serão abertos às 12h e fechados às 13h (horário de Brasília). A diferença em relação aos exames anteriores é o início das provas, às 13h30. O tempo extra de meia hora será usado para procedimentos de segurança, como revista eletrônica, e para dar tempo a todos os presentes de entrar em sala e guardar os pertences. O período total de duração das provas permanece em quatro horas e meia no sábado e cinco horas e meia no domingo.

Vamos ter mais uma presença para registrar em ata a abertura dos malotes com as provas, com todo mundo já na sala”, explicou o presidente do Inep, Chico Soares. “É um controle extra. É o grande momento de risco, quando ela é aberta. Assim, conseguimos mais segurança e mais garantia de que teremos um Enem que cumpra as suas funções.”

Nome — Para aperfeiçoar o atendimento e também evitar fraudes, a inscrição de travestis e transexuais que pretendem ser identificados pelo nome social terá alterações. Esses candidatos devem fazer a inscrição normalmente, no período estabelecido no edital. Para usar o nome social, eles devem encaminhar cópia de documento de identificação, foto recente e formulário disponível on-line, preenchido, entre os dias 15 e 26 de junho, pelo sistema do participante, na página do Enem na internet.

Especiais — Nesta edição também haverá melhorias no atendimento a pessoas com visão monocular (que enxergam com apenas um dos olhos) e com discalculia (dificuldade ou desabilidade para fazer cálculos matemáticos). Quem tem visão monocular pode pedir prova ampliada e em braile, ledor e transcritor. Candidatos com discalculia podem pedir auxílio de ledor e de transcritor.

Oportunidades – A nota do Enem é usada como critério para:

- Acesso à educação superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em 115 instituições públicas;

-Ao Programa Universidade para Todos (ProUni);

- Requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies),

- Requisito para participar do programa Ciência sem Fronteiras;

- Para ingressar em vagas gratuitas dos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec).

- Certificado de Conclusão do Ensino Médio para maiores de 18 anos.

Inscrição — Estão isentos da taxa de inscrição os concluintes do ensino médio em 2015, matriculados em escolas da rede pública, além das pessoas que se declararem carentes. Para os demais, o valor é de R$ 63. O pagamento deve ser feito até às 21h59 (de Brasília), do dia 10 de junho. A confirmação das inscrições será feita apenas pela página do Enem na internet.

Assessoria de Comunicação Social


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ENEM 2014 – dias 8 e 9 novembro

29/out/2014 às 17:22 por Profa. Sônia R.Aranha em: ensino médio, política educacional

Por: Rede de Comunicações

Já foram enviados para os Correios, os cartões de confirmação da inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2014.

A partir dessa semana, eles começam a chegar para os endereços informados no ato da inscrição.

Outra forma de ter acesso ao documento é por meio de sua visualização ou impressão via internet. Basta informar CPF e senha.

Os comprovantes oferecem dados do participante, tais como nome; CPF; número de inscrição no Enem; entre outros. Também será informada hora e local das provas; opção de língua estrangeira e, caso o candidato possua necessidade de atendimento especializado.

No caso dos cartões devolvidos pelos Correios o Inep entra em contato por meio de SMS e mensagem eletrônica, além do e-mail informado na inscrição.
As provas do Enem serão aplicadas dias 8 e 9 de novembro próximo, em todas as Unidades da Federação e no Distrito Federal, às 13h, horário de Brasília.
A nota obtida no Enem é critério de acesso à educação superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para Todos (ProUni).

Também ajuda aqueles que buscam o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e a participar do programa Ciência sem Fronteiras. Além de seleções para bolsas de graduação-sanduíche da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

A nota do Enem ainda auxilia na hora de se candidatar a vagas gratuitas de cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec).

Estudantes maiores de 18 anos que ainda não possuem certificado de conclusão do ensino médio podem obter por meio do exame.

Quem não receber o cartão e não conseguir imprimi-lo pela internet, ou ainda constatar erro no documento deve entrar em contato pelo telefone de atendimento, o 0800 616161.

Para mais informações, acesse enem.inep.gov.br

Ouça o áudio. O áudio está disponível gratuitamente para utilização das rádios.

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Proponho lembrarmos, mesmo que de forma breve, a origem da visão de mundo mecanicista/newtoniana e compreender que ela sustenta a prática da escola tradicional que infelizmente é o modelo que mais encontramos nos dias de hoje , o que não deixa de ser um  paradoxo  já que a sociedade busca novas formas de viver como, por exemplo, a permacultura.

No século XVII, René Descartes, brilhante matemático, considerado fundador da filosofia moderna, resolveu construir uma ciência completa da natureza cujos princípios fundamentais dispensariam a demonstração. Ele tinha convicção no conhecimento científico. Para ele “toda ciência é conhecimento certo e evidente”. A crença na certeza do conhecimento científico está na própria base da filosofia cartesiana e na visão de mundo dela derivada, o que levou ao cientificismo típico da cultura ocidental. O método científico virou verdade, o que significa dizer, considerado o único meio válido de compreensão do universo. Para ilustrar, assista a partes do filme Ponto de Mutação – Modelo de Cosmo e Ponto de Mutação – Pensamento Mecanicista .

Descartes acreditava que a chave para a compreensão do universo era a sua estrutura matemática; para ele, a ciência era sinônimo de matemática. Mas como construir uma ciência natural completa e exata? Por meio de um método. Um método de raciocínio (daí o racionalismo) que Descartes divulgou em seu mais famoso livro Discurso do Método para bem conduzir a Razão e procurar a verdade nas ciências. O objetivo era o de apontar o caminho para se chegar à verdade científica.

O método de Descartes é analítico, o que consiste em decompor pensamentos e problemas em suas partes componentes e em dispô-las em uma ordem lógica. Esse método analítico de raciocínio é a maior contribuição de Descartes ao pensamento científico moderno e provou ser extremamente útil no desenvolvimento de teorias científicas e na concretização de complexos projetos tecnológicos. O problema é que ele também levou à fragmentação característica do nosso pensamento em geral e das nossas disciplinas acadêmicas e,sobretudo, levou-nos a acreditar que todos os aspectos dos fenômenos complexos podem ser compreendidos se reduzidos às suas partes constituintes.

Outra conseqüência do cartesiasismo foi a devastadora destruição do meio ambiente, percebida de forma aguda nos dias atuais. Isso foi possível porque a natureza era entendida como um sistema mecânico – uma máquina – que deveria ser dominada e controlada pela ciência.

Mas Descartes não estava sozinho nessa empreitada, ao contrário, apesar de seu grande esforço, ele não pode fazer mais do que esboçar as linhas gerais de sua teoria dos fenômenos naturais. Quem completou o seu sonho foi Isaac Newton. Newton desenvolveu uma completa formulação matemática da concepção mecanicista da natureza realizando uma síntese das obras de Copérnico e Kepler, Bacon, Galileu e Descartes.

A física newtoniana forneceu um sólido alicerce do pensamento científico até boa parte do século XX. Na obra Os princípios matemáticos de filosofia natural compreendem um sistema de definições, proposições e provas que os cientistas consideraram a descrição correta da natureza por mais de duzentos anos.

A teoria newtoniana foi capaz de explicar o movimento dos planetas, da lua e cometas nos mínimos detalhes, assim como o fluxo das marés e vários outros fenômenos relacionados com a gravidade. Com o sucesso e aceitação da visão mecanicista de mundo, a física tornou-se a base de todas as ciências.

Os princípios da mecânica newtoniana foram aplicadas inclusive nas ciências da sociedade humana. Locke desenvolveu sua teoria da natureza humana e depois aplicou-a aos fenômenos sociais. Tal como os átomos de um gás estabelecem um estado de equilíbrio, também os indivíduos humanos se estabilizariam numa sociedade num “estado de natureza”. Assim, a função do governo não seria impor suas leis às pessoas, mas descobrir e fazer valer as leis naturais que existiam antes de qualquer governo ter sido formado. Para Locke essas leis naturais incluíam a liberdade e a igualdade entre todos os indivíduos assim como o direito à propriedade, que representava os frutos do trabalho de cada um.

Essas idéias tornaram-se a base para o sistema de valores do Iluminismo e tiveram uma forte influência sobre o desenvolvimento do moderno pensamento econômico e político. Individualismo, direito de propriedade, mercados livres e governo representativo são ideais que podem ser atribuídos a Locke e que sustenta a escola tradicional, e tradicional aqui engloba também aquelas que se dizem construtivistas.

Capra nos conta em seu livro o Ponto de Mutação que

“no final do século XIX, a mecânica newtoniana tinha perdido seu papel de teoria fundamental dos fenômenos naturais. Os conceitos da eletrodinâmica de Maxwell e da teoria da evolução de Darwin superavam claramente o modelo newtoniano e indicavam que o universo era muitíssimo mais complexo do que Descartes e Newton haviam imaginado. Não obstante, ainda se acreditava que as idéias básicas subjacentes à física newtoniana, embora insuficientes para explicar todos os fenômenos naturais, eram corretas. As primeiras décadas do século XX, mudaram radicalmente essa situação. Duas descobertas no campo da física, culminando na teoria da relatividade e na teoria quântica, pulverizaram todos os principais conceitos de visão de mundo cartesiana e da mecânica newtoniana. A noção de espaço e tempo absolutos, as partículas sólidas elementares, a substância material fundamental, a natureza estritamente causal dos fenômenos físicos e a descrição objetiva da natureza – nenhum desses conceitos pôde ser estendido aos novos domínios em que a física agora penetrava.” Capra,2001, pg.69

O início da física moderna foi marcada por Albert Einstein. Ele introduziu duas tendências revolucionárias no pensamento científico. Uma foi a teoria especial da relatividade; a outra, um novo modo de considerar a radiação eletromagnética, que se tornaria característico da teoria quântica, a teoria dos fenômenos atômicos. Mas o surpreendente foram as conclusões que chegaram os cientistas a partir dessa teoria:

“a descoberta do aspecto dual da matéria e do papel fundamental da probabilidade demoliu a noção clássica de objetos sólidos. A nível subatômico, os objetos materiais sólidos da física clássica dissolvem-se em padrões ondulatórios de probabilidades. Esse padrões, além disso, não representam probabilidades de coisas, mas probabilidades de interconexões. (…) Portanto, as partículas subatômicas não são ‘coisas’ mas interconexões entre ‘coisas’, e essas ‘coisas’, por sua vez, são interconexões entre outras ‘coisas’, e assim por diante.” Capra,2001,pg.75

O conhecimento,acima descrito, nos permite analisar a nossa própria vida cotidiana. Embora possa ser a das mais comuns, é uma vida em relação entre vidas. Só fazemos sentido em relação a alguém, a uma situação, a um contexto. Sozinhos não somos coisa nenhuma, portanto, não existimos. Nesse sentido, a vida individual é uma particularidade da vida social, e mesmo assim, continuará sendo sempre uma vida social.

Poderíamos dizer que a vida social é uma teia dinâmica de eventos inter-relacionados. Nenhuma das vidas individuais de qualquer parte dessa teia é fundamental; todas elas decorrem da vida individual das outras partes do todo, e a coerência total de suas inter-relações determina a estrutura da teia.

Muito antes, Karl Marx em seus Manuscritos Econômicos-Filosóficos disse, de outra forma, a mesma coisa:

“o indivíduo é o ser social. A exteriorização da sua vida – ainda que não apareça na forma imediata de uma exteriorização de vida coletiva, cumprida em união e ao mesmo tempo com outros – é, pois, uma exteriorização e confirmação da vida social. A vida individual e a vida genérica do homem não são distintas, por mais que, necessariamente, o modo de existência da vida individual seja um modo mais particular ou mais geral da vida genérica ,ou quanto mais a vida genérica seja uma vida individual mais particular ou geral.” Marx, 1974,pg.76

É preciso compreender que interconexões, multiplicidade, complexidade, teia dinâmica de relações e probabilidades , são conceitos que começam a compor discussões, pesquisas, colóquios de diversas áreas do conhecimento. Um novo modo de organizar o saber está sendo engendrado, daí a boa vinda para a pedagogia ecológica.

Assim como a percepção de mundo da Idade Média deu lugar a da Idade Clássica e esta cedeu passagem para a Modernidade – como nos contou Foucault em seu livro As palavras e as coisas - estamos diante de algo novo, ainda embrionário, que corrói nossas certezas a cada novo dia.

Diante de uma prática de ensino que valoriza:

  • Um conhecimento dividido por disciplinas estanques;
  • Um conteúdo dividido segundo sua complexidade: primeiro o mais simples, depois o mais complexo;
  • Em geral, não contemplando estudos oriundos de pesquisas mais avançadas.

Existe uma questão: como a escola tradicional  contribuirá com a formação de pessoas que vivem e viverão, cada vez mais, imersas nesse mundo complexo, sem certezas e determinismos?

Este é um grande desafio a ser solucionado pela pedagogia ecológica tendo em vista uma prática de ensino por meio de projetos trans/interdisciplinares.

Bibliografia:

Capra, F. O Ponto de Mutação: a ciência, a sociedade e a cultura
emergente. 22a edição.São Paulo: Cultrix, 2001.

Foucault,M. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. 6a edição. São Paulo: Martins Fontes,1995.

Marx,K. Manuscritos Econômicos e Filosóficos.In: Os Pensadores. São Paulo: Abril,1974.

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Por: Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil Edição: Carolina Pimentel (aqui)

Estudantes brasileiros poderão ingressar na Universidade de Coimbra, em Portugal, com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O exame passa a ser aceito este ano para os candidatos a vagas de graduação. É a primeira vez que uma instituição estrangeira utiliza o Enem como critério de seleção.

A Universidade de Coimbra aceitará os resultados do Enem de 2011, 2012 e 2013 e dispensará os brasileiros dos exames portugueses, que, até o mês passado, eram obrigatórios pela legislação do país. As notas no exame terão pesos diferentes de acordo com o curso ao qual o estudante pretende ingressar. No site da instituição, está uma tabela com os pesos das pontuações.

A Universidade de Coimbra é a instituição portuguesa de ensino superior mais antiga. No ano passado, foi incluída na lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Cerca de 23 mil estudantes estão matriculados na instituição. Desses, mais de 2 mil são brasileiros.

O vice-reitor da universidade, Joaquim Ramos de Carvalho, explica que o Enem é o primeiro exame internacional a ser aceito pela instituição como critério de seleção. A universidade deu prioridade pela alta procura de brasileiros. Segundo ele, a instituição estuda aceitar também o Gao Kao, uma espécie de Enem chinês.

“Temos acompanhado a evolução e o sucesso do Enem. Prova disso é o número de universidades brasileiras que aceitam o exame como forma de ingresso. São instituições que respeitamos muito”, diz Carvalho. Ele acrescenta: “O Enem tem qualificações equivalentes [às exigidas pelos os exames portugueses]. Consideramos que podemos aceitar sem necessitar passar por prova”.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), o uso do exame pela universidade portuguesa “esta é mais uma prova da consolidação do Enem como critério republicano de acesso ao ensino superior”.

No Brasil, o Enem seleciona estudantes para instituições públicas de ensino superior pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições particulares, pelo Programa Universidade para Todos (Prouni). Além disso, é pré-requisito para obter um financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e para o intercâmbio acadêmico pelo Ciência sem Fronteiras.

Em 2013, mais de 5 milhões de candidatos fizeram o exame. Neste ano, o Enem poderá ser aplicado nos dias 8 e 9 de novembro. O edital ainda não foi divulgado.

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Incentive o seu aluno a prestar o ENEM 2014

13/mai/2014 às 20:13 por Profa. Sônia R.Aranha em: ensino médio

Muitas escolas de Ensino Médio não orientam e tampouco incentivam seus alunos a prestar o ENEM, o que é uma pena porque o ENEM oferece  cinco oportunidades para os jovens, a saber:

1) Critério de seleção usado por universidades públicas e institutos federais de educação que participam do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Em janeiro 2014 com apenas a nota do ENEM de 2013 o jovem brasileiro pode concorrer a vagas em 115 instituições, em 4,7 mil cursos diferentes em todo o país fazendo apenas a inscrição pela internet;

2) Utilizado para Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas em instituições privadas, e ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O ProUni já concedeu 1,4 milhão de bolsas integrais ou parciais para estudantes que não têm condições de pagar a mensalidade de uma universidade particular e cerca de 1,5 milhão de estudantes contrataram o Fies para financiar as mensalidades do curso superior em uma universidade privada.

3) Válido para obter bolsas de intercâmbio pelo Programa Ciência sem Fronteiras. Mais de 62,5 mil bolsas já foram concedidas pelo Ciência sem Fronteiras. Até o final do ano, serão mais duas seleções: uma em setembro e outra até o final de dezembro. Com isso, serão 101 mil jovens estudando nas melhores faculdades do mundo.

4) Critério para conseguir vaga nos cursos técnicos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) por meio do Sistema de Seleção Unificada do Ensino Técnico e Profissional (Sisu) .

5) Válido para certificar a conclusão do Ensino Médio para jovens com idade a partir de 18 anos se atingirem 450 pontos nas 4 provas objetivas e 500 pontos na redação.

6) A nota do ENEM servirá para o brasileiro estudar na Universidade de Coimbra. Leia aqui.

A inscrição : dia 12/05 até 23/05 . Acesse: portal.inep.gov.br/web/enem/enem

Taxa de R$ 35,00 , alunos da rede pública de ensino e pessoas com renda familiar até 1,5 salário mínimo são considerados isentos. A taxa deve ser paga até o dia 28 de maio.

Exame ocorrerá nos dias 8 e 9 de novembro de 2014.

Não deixar para fazer a  inscrição na última hora porque o tráfego do site do Inep poderá ficar lento.

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Inscrições abertas do ENEM 2014: 12 a 23 de Maio.

09/mai/2014 às 12:18 por Profa. Sônia R.Aranha em: ensino médio

Por: Inep

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2014 será realizado nos dias 8 e 9 de novembro. As inscrições começam na próxima segunda-feira, 12, e terminam às 23h59 de 23 de maio. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Henrique Paim, e pelo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Chico Soares, na tarde desta quinta-feira, 8.

Nesta edição, o exame terá novidades na acessibilidade e segurança. O edital com as regras do Enem 2014 será publicado nesta sexta-feira, 9, no Diário Oficial da União. Uma das novidades é a revista eletrônica, por meio de detector de metais, nos dias e locais de prova.

O ministro da Educação ressaltou o caráter inclusivo do Enem e o fato de o bom resultado no exame gerar “um caminho de oportunidades” para os participantes. “Sabemos o quanto o Enem é importante para o país. Ele abre portas”, afirmou. A nota do Enem é utilizada como critério para acesso ao ensino superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em 115 instituições públicas de educação superior, e do Programa Universidade para Todos (ProUni).

Além disso, a participação na prova é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), participar do programa Ciência sem Fronteiras ou ingressar nas vagas gratuitas dos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Estudantes maiores de 18 anos podem obter a certificação do ensino médio por meio do Enem.

Acessibilidade – A partir desta edição, o hotsite do Enem vai oferecer o edital do exame em formato de leitura compatível com o Dosvox, um sistema para deficientes visuais, e um vídeo na língua brasileira de sinais (libras) para os deficientes auditivos.

“O Enem está preparado para atender toda a diversidade de estudantes que procuram uma oportunidade”, destacou o presidente do Inep, Chico Soares. Aqueles que necessitarem de atendimento específico ou especializado devem fazer o pedido no ato da inscrição.

Isenção – Alunos da rede pública de ensino e pessoas cuja renda familiar seja de até 1,5 salário mínimo per capita (R$ 1.086,00) estão isentos da taxa de inscrição. Para os demais, o valor permanece o mesmo do ano passado, R$ 35,00, e deverá estar pago até o dia 28 de maio.

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