Orientações para viagem de crianças e adolescentes

18/fev/2017 às 19:07 por Profa. Sônia R.Aranha em: educação

Por: Tribunal de Justiça de São Paulo via JusBrasil (aqui)

Na hora de viajar com crianças e adolescentes é preciso ficar atento às regras. Os pais ou responsáveis devem verificar com antecedência se há necessidade de solicitar autorização judicial, para evitarem transtornos. Em todos os casos, os viajantes devem portar documento de identidade ou certidão de nascimento original ou autenticada. Confira as normas:

Viagem Nacional- Quando a criança (de zero a 11 anos, 11 meses e 29 dias de idade) viajar no território nacional desacompanhada será necessária autorização judicial. Para solicitá-la, um dos pais ou responsável legal deve procurar a Vara da Infância e da Juventude mais próxima da residência. É preciso levar original e cópia da documentação pessoal, documento de identificação da criança e comprovante de residência. – Adolescentes (de 12 a 17 anos, 11 meses e 29 dias de idade) não precisam de nenhuma autorização para viajar desacompanhados. As crianças (de zero a 11 anos, 11 meses e 29 dias de idade) também não precisam, desde que acompanhadas de guardião, tutor ou parentes, portando certidão de nascimento ou carteira de identidade para comprovação do parentesco.- Se não houver parentesco entre a criança e o acompanhante, este deverá apresentar a autorização escrita, assinada pelo pai ou pela mãe, pelo guardião ou tutor, com firma reconhecida por autenticidade ou semelhança. O documento deve informar quem acompanhará a criança e por quanto tempo. Também o destino, assinalando se é válida para a ida e volta ou somente para a ida.- Os pais das crianças devem apresentar certidão de nascimento ou carteira de identidade para comprovar a identificação do menor e a filiação. Já os adolescentes devem estar com carteira de identidade.

Viagem para o exterior

- As crianças ou adolescentes (de zero a 17 anos, 11 meses e 29 dias de idade) que forem viajar desacompanhados de apenas um dos pais ou responsáveis devem levar autorização por escrito do outro. Os que viajarem acompanhados de outros adultos ou sozinhos devem levar autorização escrita do pai e da mãe ou responsáveis. Em todos os casos é indispensável o reconhecimento de firma em cartório.

- Os pais das crianças devem apresentar certidão de nascimento ou carteira de identidade para comprovar a identificação do menor e a filiação. Os adolescentes devem estar com carteira de identidade. Além destes documentos, em viagens internacionais os passageiros precisam do passaporte e visto válidos – se o país de destino exigir a documentação para permitir a entrada de estrangeiros.

- É necessária autorização judicial quando a criança ou adolescente nascido em território nacional viajar para o exterior em companhia de estrangeiro residente ou domiciliado no exterior, mesmo se houver autorização de ambos os pais. Para solicitá-la, é preciso procurar a Vara da Infância e da Juventude mais próxima da residência. É preciso levar original e cópia da documentação pessoal, documento de identificação da criança e comprovante de residência.

- Também é obrigatória a autorização judicial quando um dos genitores está impossibilitado de dar a autorização, por razões como viagem, doença ou paradeiro ignorado.

Atenção: nos terminais rodoviários e aeroportos do Estado de São Paulo não existem mais postos da Vara da Infância e da Juventude (que se chamavam Juizados de Menores).

Documentação

- Da autorização dos pais: a autorização de viagem emitida pelos pais precisa ter firma reconhecida (de ambos) e deve ser apresentada em duas vias originais, pois uma delas ficará retida na Polícia Federal no aeroporto de embarque. Já a autorização judicial deverá ser apresentada em única via original.

- O que precisa constar na autorização: preencher os dados do formulário padrão que pode ser encontrado no portal do CNJ (www.cnj.jus.br) e no site da Polícia Federal (www.dpf.gov.br). É necessária uma declaração para cada criança ou adolescente, em duas vias, além de firma reconhecida em cartório por autenticidade ou semelhança.

Você encontra mais informações na página sobre autorização de viagem de crianças e adolescentes. Também no vídeo institucional sobre o tema.

Comunicação Social TJSP – VV (texto) / internet (foto)

imprensatj@tjsp.jus.br

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Quero desejar um feliz dia das crianças, para todas elas , de todos os cantos, de todas as idades, de todas as cores, as meninas, os meninos,meninos/meninas, de toda e qualquer beleza, aquelas que falam com o corpo, as que somente falam oralmente, as que enxergam pelo tato e as que enxergam pelos olhos, as que andam com suas pernas e as que andam com suas cadeiras, as hiperativas e as autistas, as tímidas e as espevitadas. Todas elas, sem exceção.

Que sejam festejadas as suas vidas.

Que a Constitucional Federal Brasileira que confere as crianças o caráter de sujeitos de direito e  prioridade absoluta para a nossa sociedade,seja defendida e garantida por cada um de nós adultos e educadores.

Crianças são prioridade social,portanto, nossa prioridade.

As crianças são minha e sua prioridade. Não importa se são filhos de A, B ou C , não importa a filiação, não importa se vivem longe ou perto de nós, não importa se são ou não nossos alunos. Crianças, todas elas, são nossa prioridade e por elas devemos fazer tudo para que sejam assistidas.

Criança feliz é a que tem seus direitos constitucionais garantidos e livres para serem o que são.

Que as crianças sejam felizes todos os dias.

Felicidade são direitos garantidos de: comer, beber, vestir,morar, ter afeto, ter acesso a aprendizagem compatível com suas necessidades, ser menino ou ser menina, brincar, ter família, ser saudável.

Garantir direitos das crianças é o que as fazem felizes no Dia da Criança e em todos os demais dias.

Feliz Dia das Crianças

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Dica de filme – Tarja Branca

17/abr/2015 às 20:36 por Profa. Sônia R.Aranha em: Sem categoria

Para passar o final de semana segue dica de filme que reflete a criança, a escola, a vida.

Os remédios tarja preta parecem ser a cura imediata para ansiedade, insegurança, medo e depressão. Mas o que aconteceria se colocássemos uma dose de tarja branca no nosso dia a dia?

Deixemos de lado a tarja preta e no lugar usemos a tarja branca.

 

Onde está nosso espírito lúdico? Qual o lugar do brincar nas nossas vidas?

Por meio de reflexões de adultos de gerações, origens e profissões diferentes, TARJA BRANCA, dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes, explora o conceito de “espírito lúdico”, tão fundamental à natureza humana, e sobre como o ser humano contemporâneo se relaciona com ele.

DIREÇÃO | Cacau Rhoden
PRODUZIDO POR | Estela Renner, Luana Lobo e Marcos Nisti

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO | Juliana Borges
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | Janice D’Ávila
MONTAGEM E FINALIZAÇÃO | André Finotti
PRODUÇÃO MUSICAL | André Caccia Bava
DESENHO DE SOM | Miriam Biderman
ARGUMENTO | Cacau Rhoden, Estela Renner e Marcos Nisti
ROTEIRO | Marcelo Negri


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Um documentário sobre o reconhecimento do atendimento em creche como um direito educacional das crianças brasileiras foi uma conquista da mobilização da sociedade civil, em especial das mulheres, que nos anos 1980 foram à luta organizando unidades de atendimento e cobrando o Poder Público.

Um pouco dessa história está neste mini-documentário Lugar de Criança – A Sociedade Civil e a Luta pelo Direito a Creche  dirigido pela jornalista Eliza Capai, que retrata, por meio de depoimentos de mulheres protagonistas desta luta, a história de três Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que oferecem serviço de creche em comunidades da periferia de São Paulo.

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Ritmo e Rotina com Luiza Lameirão

23/jul/2014 às 15:31 por Profa. Sônia R.Aranha em: educação infantil

Por: Luiza Lameirão

A questão do tempo é uma questão que atualmente nos leva a várias reflexões e se nós nos perguntássemos  para o que é que eu tenho tempo,  para além de nossas tarefas obrigatórias da vida , perceberemos que várias vezes, com um pequeno espaço de tempo, conseguimos preencher o nosso cotidiano com uma nova cor e de uma nova leveza.

Para as crianças que dependem muito mais dos ritmos naturais do que os adultos a cada amanhecer é como se ela crescesse como o sol que sobe do horizonte até o meio dia para atividade e do meio dia o sol vai descendo até o entardecer e  a criança também vai decrescendo para atividade.

Aí o mais importante é como aproveitar este impulso que a criança traz no amanhecer de crescer para atividade, nos indicando o motivo pelo qual as escolas de crianças pequenas deveriam funcionar no período da manhã.

Brincar espontaneamente é a base da possibilidade de ser criativo e de fazer do trabalho algo que eu me envolvo tanto quanto  eu me envolvia  com o  meu brincar quando eu era criança.

Quanto mais sossego a criança tem para estar com ela mesma, mais  possibilidade ela tem  de se manter saudável , criativa, sociável, porque quando ela estiver com o Outro ela realmente é  capaz de ouvi-lo e mais estará aberta para a natureza, para o mundo exterior.

Tem inúmeras atividades extraescolar que faz do dia da criança uma rotina, mas uma rotina que não tem ritmo, porque ela está sempre dirigida de fora e nunca a partir dela mesma.

Ela não faz um estudo sozinha,  ela não brinca por conta própria espontaneamente , ela é sempre dirigida em uma recreação, em uma escolinha de esporte, em um clube e esta situação gera o estresse infantil.

O excesso é o parceiro da pressa na antivida saudável, porque o excesso desorganiza. Assim como o excesso de atividade oprime, o excesso de objetos desorganiza tudo.

Será que a gente dá voz para a criança? Será que realmente ouve uma criança,com tudo o que ela tem para nos dizer, isso não quer dizer só aquilo que chega ao nosso ouvido.. mas será  que eu ouço as necessidades das crianças?

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Natal está chegando!

01/dez/2012 às 3:25 por Profa. Sônia R.Aranha em: Sem categoria

Adoro o Natal !

Primeiro porque sou cristã e é um momento para que Cristo renasça em nossos corações.

Segundo pelo clima de dezembro com todos os preparativos para a festa.

Por isso,  segue abaixo uma receita de biscoitos natalinos que os pais poderão fazer com as crianças , além de ser muito divertido será para eles inesquecível.

 

BISCOITOS  DECORADOS  DE  NATAL

Ingredientes para cerca de 50 biscoitos
300 g de farinha
200 g de manteiga à temperatura ambiente
100 g de açúcar

Modo de Preparo:

Coloque a farinha numa travessa e junte a manteiga previamente cortada em pedaços. Com as mãos esfarele bem a manteiga na farinha (como se estivesse fazendo uma farofa) até a massa formar umas migalhas. Junte o açúcar e amasse bem até formar uma bola maleável de massa. (É capaz de demorar um bocadinho a amassar e de ao início parecer que é preciso juntar algum líquido, mas é mesmo assim.
Outra alternativa poderá colocar todos os ingredientes numa batedeira e quando a massa estiver com o aspecto de migalhas retirar e amassar até formar a bola de massa.
Polvilhe uma superfície de trabalho e, com o rolo da massa, estenda a massa até ter cerca de 5mm de espessura. Corte com a forma desejada (existem vários modelinhos natalinos) e coloque num tabuleiro forrado com papel vegetal.
Repita até terminar toda a amassa.
Leve as bolachinhas a assar cerca de 8 a 10 minutos (até começarem a querer ficar douradas) cerca de 180ºC.
Deixe esfriar e decore a gosto se desejar.
Se quiser decorar as bolachinhas, misture açúcar em pó com uma colherzinha de água ou sumo de limão até formar uma pasta espessa e branca (se desejar junte corantes para ficar com outras cores). Espalhe sobre as bolachas completamente frias e decore a gosto.

Fonte: La Pequetita

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Conto de fadas e o psiquismo da criança

21/nov/2012 às 3:46 por Profa. Sônia R.Aranha em: educação, educação infantil

Bruno Bettelheim (1903-1990), reconhecido em todo o mundo como um dos maiores psicólogos infantis, acatado principalmente por seu trabalho com crianças autistas, escreveu A Psicanálise dos Contos de Fadas livro muito difundido entre os educadores brasileiros na década de 80 do século XX.

Antes dos estudos de Bettelheim, os contos de fadas jazeram esquecidos, desprezados e banidos sob a alegação de irreais e selvagens, em vista de suas tramas sempre altamente dramáticas. Depois que a psicanálise desmistificou a inocência e a simplicidade do mundo da criança, os contos de fadas voltaram a ser lidos e discutidos , justamente por descreverem um mundo pleno de experiências, de amor, mas também de destruição, de conflitos e ambivalências.

Os contos de fadas fornecem escapes necessários falando aos medos internos da criança, às suas ansiedades e ódios, seja como vencer a rejeição (como em “João e Maria” ), ou os conflitos edípicos com a mãe (como em “Branca de Neve”) , ou a rivalidade com irmãos (como em “Cinderela”), os sentimentos de inferioridade (como em “As Três Plumas”).

Os contos incutem a coragem na criança, mostrando-lhe que é sempre possível encontrar saídas; finalmente os contos consolam e muito o “final feliz”, que tantos adultos consideram irreal e falso é a grande contribuição porque encorajam à luta por valores amadurecidos, desenvolvendo a moral e uma crença positiva na vida.

Leiamos  a Introdução que Bettelheim fez para o seu A Psicanálise dos Contos de Fadas

Bruno Bettelheim
Psicanálise dos Contos de Fadas
Lisboa, Bertrand Editora, 1991
Excertos adaptados
Por: Tapete dos Sonhos

A luta pelo sentido

Se queremos viver não somente de momento a momento, mas na plena consciência da existência, então a nossa maior necessidade e a nossa mais difícil realização é encontrarmos um sentido para a vida. É sabido que muitos perderam a vontade de viver e que cessaram até de tentar fazê-lo porque a vida deixou de fazer sentido para eles. A compreensão do sentido da vida de cada um não se adquire de repente, em determinada idade, nem mesmo quando já tivermos chegado à maturidade cronológica. Pelo contrário, a maturidade psicológica consiste na aquisição de uma segura compreensão do que pode ou deve ser o sentido da nossa vida. E esta realização é o resultado final de uma longa evolução: em cada estádio procuramos, e temos de encontrar, um mínimo de sentido, adequado à forma como o nosso espírito e a nossa compreensão já evoluíram.

Hoje, como em tempos idos, a mais importante e a mais difícil tarefa na educação de um filho é ajudá-lo a encontrar um sentido para a vida. Para se conseguir isso são precisas muitas experiências de crescimento. Enquanto se desenvolve, a criança tem de aprender, passo a passo, a compreender-se a si própria; com isso ficará apta a compreender os outros e, eventualmente, a relacionar-se com eles por vias mutuamente satisfatórias e significativas.

Como educador e terapeuta de crianças com severas perturbações, a minha principal tarefa era restituir-lhes um sentido para as suas vidas. Se as crianças são educadas de forma a que a vida para elas tenha significado, não precisam de uma ajuda especial. Vi-me confrontado com o problema de deduzir quais as experiências que, na vida de uma criança, eram mais adequadas para promoverem a sua capacidade para encontrar um sentido na vida; para dotar a vida em geral de maior sentido. Relativamente a esta tarefa, nada é mais importante do que o impacto dos pais e dos que tomam conta das crianças; a seguir, em importância, vem a nossa herança cultural, quando transmitida à criança de forma acertada. Quando as crianças são pequenas, é a literatura que da melhor maneira contém essa informação.

Sendo assim, tornei-me profundamente desgostoso com muita da literatura destinada a desenvolver o espírito e a personalidade da criança, porque não estimula nem alimenta os recursos de que ela mais necessita para enfrentar os difíceis problemas interiores. A esmagadora maioria da “literatura infantil” tenta divertir ou informar, ou ambas as coisas. Mas a maior parte destes livros são tão frívolos de substância que muito pouco de significativo se aprende com eles. A aquisição de habilidades, incluindo a capacidade de leitura, perde o valor quando o que se aprende não acrescenta nada de importante à nossa vida.

Nestes e noutros aspectos, em toda a “literatura infantil”, com raras excepções, nada é mais enriquecedor e satisfatório, quer para a criança quer para o adulto, do que o popular conto de fadas. É verdade que, a um nível inicial, os contos de fadas ensinam pouco sobre as condições específicas da vida da sociedade moderna de massas; estes contos foram criados muito antes desta sociedade aparecer. Mas podemos aprender mais coisas com estes contos – sobre os problemas interiores dos seres humanos e as soluções acertadas para as suas exigências, do que em qualquer outro tipo de história que esteja dentro do âmbito da compreensão das crianças.

Exactamente porque a sua vida é muitas vezes desconcertante, a criança precisa mais do que ninguém que lhe dêem a possibilidade de se compreender a si própria neste complexo mundo que vai enfrentar. Para poder fazê-lo, tem de ser ajudada a criar um sentido coerente no meio do turbilhão dos seus sentimentos. A criança precisa de ideias sobre como pôr a casa interior em ordem e, nessa base, conseguir dar um certo sentido à sua vida. Precisa – e quase não é necessário dar ênfase a isto – de uma educação moral em que, com subtileza, se lhe transmitam as vantagens de um comportamento moral, não através de conceitos éticos abstractos mas através do que parece palpavelmente acertado e, portanto, com sentido para ela.

Ora, os contos de fadas são portadores de mensagens importantes para o psiquismo consciente, pré-consciente ou inconsciente, qualquer que seja o nível em que funcionem. Lidando com problemas humanos universais, especialmente com os que preocupam o espírito da criança, as histórias falam ao seu ego nascente, encorajando o seu desenvolvimento e, ao mesmo tempo, aliviam tensões pré-conscientes ou inconscientes.

Quanto mais eu tentava compreender porque têm estas histórias tanto êxito no enriquecimento da vida interior da criança, mais intuía que elas, num sentido mais profundo do que qualquer outra leitura, “atingem” a criança no seu núcleo psicológico e emocional. Falam das severas tensões interiores de uma maneira que a criança inconscientemente compreende e – sem menosprezar as sérias lutas internas que o crescimento implica – proporcionam exemplos de soluções, tanto temporárias como permanentes, para as dificuldades mais prementes.

A minha esperança é de que uma compreensão apropriada dos méritos ímpares dos contos de fadas possa levar pais e professores a conferir-lhes outra vez o papel central que eles desempenharam durante séculos na vida da criança.

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Criança merece amor

06/out/2012 às 21:05 por Profa. Sônia R.Aranha em: educação

Muito comovente o vídeo abaixo !

Comove porque temos tantas crianças sendo vítimas de violência por seus próprios pais.

Ninguém deveria agredir uma criança e ficar impune e ninguém deveria dormir tranquilo sabendo que há inúmeras crianças vítimas de violência mesmo que longe de nós.

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A superdotação de crianças é uma questão que as escolas não sabem lidar porque , em geral, estão tão preocupadas com o déficit disso e daquilo que crianças superdotadas passam completamente desapercebidas ou neglicenciadas.

A Dra. Claudia Hakim , membro do Conselho Brasileiro de Superdotação, indicou os colégios que melhor lidam com crianças superdotadas.

Recomendo a leitura aquiBlog Mãe de Crianças Superdotadas

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Jogo

08/jan/2012 às 3:20 por Profa. Sônia R.Aranha em: atividade educativa, educação

 Como estamos de férias e as crianças estão em casa apresento um jogo  bem bacana que tenho jogado com as minhas sobrinhas-netas. Elas tem 3 e 4 anos , de modo que tive  que jogar junto com elas. Bom divertimento com seus pequenos!!

Snail Bob 2
Snail Bob 2
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